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 Teste para Fórum - Bioschock/Rapture

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MensagemAssunto: Teste para Fórum - Bioschock/Rapture   Qui Maio 31, 2018 12:28 pm

Eu gostaria de fazer um fórum baseado em Bioshock, mais precisamente no primeiro com a maravilhosa Rapture, a cidade submarina. Então como esse fórum ainda é meu eu gostaria de fazer uma aventura teste aqui.

Como faço para participar?


É simples, basta fazer um post aqui mesmo apresentando seu personagem, no caso sua aparência e personalidade. Vale lembrar que Rapture é uma cidade que se desligou da superfície, apenas gênios (seja pela ciência, arte ou comércio) foram convidados, logo seu personagem deve se adequar a isso de alguma forma. O ano em que essa aventura será narrada gira em torno de 1950-1960, portanto tenha coerência com a época apesar de tudo.
Descrições detalhadas sempre são bem vindas mas agradeço se anexarem uma imagem de suas respectivas personas.

Espero que se divirtam e boa sorte.




WELCOME TO RAPTURE
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Aidan Kearney
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MensagemAssunto: Re: Teste para Fórum - Bioschock/Rapture   Qui Maio 31, 2018 5:09 pm

Nome: Aidan Cassidy
Idade: Por volta de 40 anos. Nascido em 13 de Março de 1920
Aparência: Cabelos negros e longos, um pouco encaracolados. Aparentam estar despenteados na maior parte do tempo, passando um ar casual ao homem, algo que ele usa para deixar seus pacientes mais à vontade com ele, ao invés de passar um ar mais profissional, o que notou que muitos consideram algo desconfortante. Possui uma barba negra completa igualmente curta, esta que é aparada constantemente. Seus olhos são castanhos claros, tendo um brilho inteligente neles. Na maior parte do tempo, possuí uma postura muito relaxada e informal, como a de um homem comum que você vê na rua. Seus ombros são levemente caídos e ele anda de maneira levemente encurvada. Apesar disso, é um homem alto, de 1,83 metros de altura. Seu porte físico é um de um homem que claramente já foi uma pessoa que se exercitava com frequência, porém parou com o tempo. É magro e possuí músculos, mas estes já viram dias melhores. Não chega a ter um físico definido, é possível notar que a gordura começa a se acumular em alguns pontos. ( Imagem no final do post =P )
Personalidade: Um homem de uma fala suave e tranquila, mesmo com quem não é seu paciente. Não tem o costume de erguer sua voz para nada, nem mesmo chega a demonstrar raiva. É uma pessoa calma e centrada, sempre parecendo ter uma opinião sobre algo, essas sendo todas bem formuladas. Ainda assim, não é um homem que gosta de entrar em debates e combates verbais, preferindo conceder a vitória ao desafiante do que passar algumas horas discutindo. Pode até mesmo parecer ser uma pessoa tranquila demais, até mesmo cansada, mas isso vem da sua natureza que é contra combates e contra estresse. Quando o assunto é psiquiatria, é possível notar o porquê deste homem ter se destacado nessa área. É uma pessoa naturalmente brilhante, com um dom para trabalhar com pessoas, sua personalidade sendo uma acolhedora e calmante, além de possuir uma enorme inteligência que é totalmente direcionada para a sua área de trabalho. Apesar de não ser uma pessoa que é normalmente encontrada em eventos sociais, é de seu costume comparecer a pelo menos alguns, para não se tornar uma pessoa totalmente isolada.
História(Versão Resumida): Nascido em Galway, no dia 13 de Março de 1920. Viveu pela maior parte de sua adolescência nessa cidade, mudando-se para os Estado Unidos quando tinha 16 anos de idade. Aos 18 entrou em uma faculdade de medicina e estava estudando quando a Segunda Guerra Mundial estourou e ele juntou-se a mesma de voluntário. Apesar de não ser um médico licenciado, ainda assim foi tratado como um e passou a maior parte de seus dias correndo pelos campos de batalha e tentando salvar todas as vidas que podia. Após o término da guerra e o seu retorno para a América, ele terminou seus estudos e tornou-se um psiquiatra, vindo a tratar muitos dos soldados que lutaram ao seu lado. Apesar de parecer ter saído da guerra sem maiores traumas, Aidan carrega sequelas dentro de si das coisas que ele viu nesta guerra. Passou anos tratando seus pacientes, tanto soldados quanto outras pessoas. Como psiquiatra, ele chegou a ver de tudo em seu consultório, desde os casos mais simples até pessoas com psicose e outros casos extremos.

Aidan Cassidy ( Vincent Gallo ):
 
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Melissa Carter
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MensagemAssunto: Re: Teste para Fórum - Bioschock/Rapture   Qui Maio 31, 2018 5:11 pm



Nome: Cécile Vincent
Nacionalidade: Francesa
Função: Neurocientista

Cécile é uma mulher de 24 anos, mas cuja baixa estatura normalmente faz com que acreditem ser muito mais nova. Tendo diminutos 1,50 de altura, ela é naturalmente confundida com uma pré-adolescente ou até mesmo uma criança. Possuí longos e cheios cabelos negros, repicados, e uma franja ordenada que vai até um pouco acima das sobrancelhas, contrastando com a pele muito clara. Seus olhos verdes demonstram apenas parte de uma certa insanidade, que só pode ser percebida por um observador atento. Os traços delicados contribuem ainda mais para a confusão sobre a sua idade.

Sendo vista como uma gênio natural, desde muito cedo Cécile demonstrou talento para a ciência num geral, ainda que tivesse de lidar com os horrores da 2ª guerra. Com o passar do tempo, a garota foi especificando-se na área de neurociência, tendo contribuições vitais para o desenvolvimento desta no mundo fora de Rapture, o que fez com que fosse convidada ao projeto da cidade.
Sua personalidade é séria e um tanto quanto reservada, mas isso muda num estalar de dedos quando algo a interessa cientificamente. Isso pode ser notado num brilho ambicioso e insano de seus olhos, ou na mudança brusca para tentar alcansar sua "presa".
Correm boatos que Cécile fez experimentos com alguns dos soldados dos países do Eixo que acabaram caindo em suas mãos, o que lhe deu uma fama questionável. Ninguem nunca encontrou vestígios de tais soldados... mas a julgar pela personalidade um tanto quanto instável da mulher, não se pode confiar cem por cento nisso.

Imagens:
 
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MensagemAssunto: Re: Teste para Fórum - Bioschock/Rapture   Sex Jun 01, 2018 3:43 am

Uma pequena embarcação luxuosa cruzava os mares do Oceano Atlântico no dia 19 de abril de 1955, um dia após da morte do famoso físico teórico Albert Einsten. Enquanto a humanidade estava de luto e noticiava a fatalidade outros dois gênios também davam adeus aquele mundo caindo no esquecimento e anonimato, Cécile Vincent uma neurocientista brilhante e Aidan Cassidy um dos, se não, o melhor psicólogo da atualidade. Ambos tripulavam aquele pequeno barco que os guiava até seu destino desconhecido.
Dias atrás tanto Cécile quando Aiden receberam cartas douradas de um magnata que havia desaparecido à cinco anos, Andrew Ryan, um homem justo que se destacou por suas ideias a frente de seu tempo e por defender seus ideais objetivistas. Na carta Andrew convidava os gênios à sua utopia submarina a qual nomeou de Rapture, em suas palavras "[...]uma cidade livre de violência, religião e estado; Uma cidade onde o grande não devia temer o menor, onde a ética pífia não frearia a ciência, onde o artista não temeria a censura.[...]" e com o sinal positivo da dupla o magnata havia providenciado o melhor e mais discreto transporte, o dia também não poderia ser melhor, longe dos holofotes, ofuscados pela morte de Einstein, foi fácil desaparecer do mundo. Cécile havia sido buscada no Porto de Marseille na França e Aiden no Porto de Dublim na Irlanda, apesar da viagem ser relativamente extensa eles pouco ficaram juntos dentro da embarcação. Pouco tempo depois um imponente farol entrava no campo de visão dos tripulantes, quanto mais perto chegavam maior aquele farol parecia.



Farol:
 


Quando finalmente atracaram à beira da gigantesca construção puderam notar que à sua espera estava um rapaz, ele tinha cabelos loiros extremamente claros quase que platinados, grandes olhos azuis e um sorriso acolhedor em seu rosto.  Sua pele era clara, sua silhueta era um tanto quanto esguia e suas vestes eram deverás elegantes, o terno de bom corte e as luvas passavam uma certa seriedade e credibilidade aos recém chegados.


Alex:
 


Quando a dupla se aproximou de forma extremamente cortes o rapaz se apresentou.

— Prazer Senhor Aiden e Senhora Cécile, eu me chamo Alex Dawson, mas podem me chamar de Atlas se preferirem. Estava à espera de vocês, eu serei seu guia.

O rapaz esperou cordialmente a resposta de Cécile e Aiden antes de dar as costas aos mesmos e tomar a dianteira. Com passos breves eles foram subindo as escadas até que Alex abriu a grande porta dupla dourada do Farol. Já dentro da construção uma estátua enorme do fundador da cidade os recebia, um grande cartaz na horizontal pouco a frente do busto carregava o lema da cidade "Nem Deuses ou Reis, Somente Homens" e mais a frente existia uma escada dupla que descia em espiral para o andar inferior.



Estátua:
 


Ainda guiando a dupla o rapaz os conduzia para o interior de uma batisfera, que nada mais era que uma capsula esférica oca feita para mergulhos, porém esta diferente das convencionais era muito confortável, completamente equipada e presa por trilhos. Em Rapture esse era o principal meio de locomoção, tal qual os trens que cruzavam a Europa.  


Batisfera:
 


Após os três se acomodarem dentro do veículo Alex puxou uma alavanca fazendo com que a esfera começasse a correr pelos trilhos. Os primeiros segundos foi quase que como uma queda livre em uma montanha-russa mas logo a velocidade começou a diminuir devido a pressão da água, pouco a pouco eles iam percorrendo as profundezas do mar e pouco a pouco eles se aproximavam da belíssima Rapture. Diversos espécimes que compunham a fauna marinha daquele local jamais chegaram a ser estudado os letreiros de neon e meio à prédios iluminados chegavam a ser algo surreal. Toda aquela viagem chata de barco já tinha valido a pena.


Welcome to Rapture:
 


Quando a batisfera finalmente parou e foi despressurizada eles deram de cara com um longo tapete vermelho em um pequeno hall decorado com algumas plantas, pouco mais a frente existia um elevador que levava ao coração da cidade, o centro cultural. Quando a porta finalmente se abriu eles se deparavam com um espaço com diversas pessoas, algumas igualmente famosas já outras nem tanto. O bar Le Temps Perdu era a primeira coisa que podia ser vista ao sair do elevador, era sempre ele que recebia os novos moradores de Rapture.


Le Temps Perdu:
 


Alex deu dois passos à frente e se virou para os gênios, de braços abertos e com um largo sorriso eke dizia:

— Sejam bem vindos a Rapture!

Quando terminou a frase um garçom se materializou ao seu lado acompanhado de uma brilho vermelho e negro. Talvez para a dupla aquilo fosse algo inacreditável, que ia contra toda a ciência que ambos estudaram por toda a vida, algo simplesmente surreal. O tal atendente que trajava vestes brancas segurava uma bandeja de prata com três cálices cheios de champagne.

— Estão servidos senhores e madame? A primeira é pela conta da casa.

De forma igualmente cortes à Alex ele esperou a resposta antes de se desmaterializar e se materializar em outros lugares para atender outros clientes, basicamente aquilo era o tão impossível teleporte que era discutido vez ou outra entre cientistas malucos, porém aquilo era diferente da ficção, era real.
Por fim Alex tomou um gole de seu champagne enquanto observava a reação de Cécile e Aiden, aquilo de fato era algo que adorava ver quando guiava seus convidados.

— Posso guiar vocês para onde desejarem ir, temos apresentações dos nossos melhores artistas, cinema, lojas, cafés entre outras coisas. Nosso tour acaba quando eu levar vocês as suas novas instalações. Ah, fiquem á vontade para me perguntar o que desejarem também.


[Vou deixar aqui um vídeo pra explicar melhor essa última ação.]

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MensagemAssunto: Re: Teste para Fórum - Bioschock/Rapture   Sex Jun 01, 2018 5:08 pm

A promessa contida naquela pequena carta dourada fizera Cécile Vincent lê-la e relê-la pelo menos umas vinte vezes. Aquilo não podia ser real... podia? Seria alguma armadilha de alguém que a via como inimiga ou uma piada de mal gosto?
Cécile detestava piadas.
Ainda assim, se aquilo fosse real... não seria incrível?
Aquele lugar, Rapture, seria o paraíso para alguém como ela, que possuía uma certa fama de cientista louca. Então, ela decidiu-se:
Sendo mentira ou não, ela averiguaria com os próprios olhos.
Mas a esse ponto a mulher já estava torcendo para que se trata-se de uma verdade.

A viagem de barco não tivera nada de interessante, fora de fato tediosa. Seu recente companheiro genial não fora o suficiente para fazer Cécile sentir-se mais certa quanto as intenções da pessoa que enviara o convite. Eles não trocaram muitas palavras por todo o percurso... até chegarem ao farol e depararem-se com Alex. Cécile teve o ímpeto de perguntar para ele sobre a veracidade das informações conseguidas até ali, mas conteve-se. Primeiro, por imaginar que era preciso apenas mais um pouco de paciência para ter suas respostas. Segundo porquê, mesmo que se trata-se de uma brincadeira, não lhe seria dito.


- Saudações, Atlas... estarei logo atrás de você. - ela disse com um inglês bastante fluente, apesar do sotaque ser obviamente francês, e bem carregado. Ainda assim, era uma voz sedutora, que não condizia muito com a pouca estatura da cientista. Ela decidiu caminhar atrás do guia, seus olhos verdes finalmente pousando um pouco no homem que andava ao seu lado. Sua expressão fria não modificou-se em nada quando dirigiu as palavras a ele. - Você está bastante tranquilo... mas, tratando-se do famoso Aidan Cassidy, não é realmente uma novidade.

Ela era um tanto quanto desconfiada das coisas, talvez por saber que a maioria das pessoas tinham uma parte podre dentro de si. Adentrando o farol, sua atenção percorreu o local, parando na estátua, que a fez bocejar suavemente. Até ali a possível encenação estava progredindo. Se tudo aquilo se trata-se de uma mentira, não havia como ir além... sua visível descrença sumiu quando chegaram à Batisfera, perfeitamente decorada e confortável, e quando esta de fato adentrou a água com todos os três dentro. A queda brusca fez com que seu estômago revira-se, e suas mãos segurassem firmemente nos braços da poltrona em que estava sentada. Entretanto, assim que a velocidade diminuiu, ela conseguiu observar todo o ambiente pela janela do aparato.

- Não brinca... é sério mesmo?

Apesar das palavras serem tipicamente descrentes, havia um brilho de interesse pela primeira vez em seus olhos. Por todo o caminho que percorreram do farol até o ponto em que puderam ver Rapture pela primeira vez, os olhos de Cécile não se desgrudaram um segundo sequer da pequena janela.
Aquele lugar era o paraíso. Mais do que o paraíso, ele era incrível em tantos aspectos que a mulher tendia a querer decifrar todos eles. Ela continuou seguindo Atlas, cada vez mais maravilhada, até chegarem em fimao bar, Le Temps Perdu.

O tempo perdido... de fato, era um nome condizente. Mas o que chamou mais atenção de Cécile foi o garçom que se teletransportava. Ela aceitou uma taça de champagne e viuo desaparecer, aquela loucura sutil brilhando em seus olhos mais forte do que nunca. Seria uma sorte daquela pessoa se ela se trata-se de alguém que usava um dispositivo para se teleportar, caso contrário era bem possivel que Cécile deseja-se abri-lo para saber como tal habilidade funcionava.


- Isso... é uma habilidade nata ou a causa de algum tipo de dispositivo? - ela ainda seguia o bartender com o olhar, como se pudesse prever onde ele apareceria. Não havia descrença alguma em seus olhos, ela era alguém que precisava ver ou experimentar para crer, e o que vira fora o bastante para se dar conta que não era nenhum truque. - Caham... naturalmente eu preferiria observar o maior tipo de ambientes possível, não tenho preferência pela ordem.
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Aidan Kearney
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MensagemAssunto: Re: Teste para Fórum - Bioschock/Rapture   Sex Jun 01, 2018 7:30 pm

A carta dourada havia despertado o seu interesse, era algo elaborado demais para ser algum tipo de piada, ou até mesmo armadilha, não que fosse um homem que possuísse inimigos, mas seus pacientes eram claramente instáveis demais para ele não ficar alarmado com aquele tipo de coisa. Aquela carta era tão detalhada, tão luxuosa que não havia um paciente que pudesse imaginar algo como aquilo. E até mesmo arranjar uma embarcação como aquela. Ele já tinha tido alguns pacientes que tentaram atacá-lo, mas estes agora estavam em outro local, recebendo devida atenção .A carta chegara em seu escritório, em um dia sem consultas. Ele escutava uma música em seu rádio. Melody of Love, de Billy Vaughn. Na realidade, a música fora feita por Hans Engelmann, aquilo era apenas um cover da música, porém ainda assim era agradável aos ouvidos. Naquele dia tranquilo, a sua secretária lhe informara que quando chegara, encontrara uma carta adereçada a ele.

O seu conteúdo foi algo que chocou-o tanto quanto o interessou. Se uma cidade como aquela fosse possível, ele sabia que seria necessário naquele local. Pois tamanha utopia entre os maiores gênios do mundo claramente criaria uma boa quantidade de dor de cabeça para seus habitantes. Não havia nada no mundo que os gênios mais adoravam do que debater. Ele aceitou o convite e no dia determinado foi para o porto de Dublin, fechando seu consultório um dia antes, de forma definitiva. Ao encontrar Cécile, Aidan apresentou-se. Sabia quem ela era, teria que viver debaixo de uma pedra para não ter ouvido falar dela. Portanto, manteve a conversa no mínimo, sem forçar demais a barra.

Ao avistar o farol, houve um leve brilho que cruzou os olhos do homem, como se uma chama do interesse tivesse sido acendida dentro dele. Descendo da embarcação, havia um certo entusiasmo em seus passos lentos, conforme aproximava-se de Alex. Ele estendeu sua mão para frente, para cumprimentar o outro em um gesto de cordialidade. Segurava em seu braço o paletó marrom que viera vestindo na viagem, para proteger-se dos ventos marítimos.

- É um prazer conhecê-lo, Atlas - Se o sotaque francês de Cécile era carregado, o sotaque irlandês de Aidan podia se comparar. Era forte, claramente denotando de onde viera, não chegava a ser algo incompreensível, mas os maneirismos irlandeses eram claramente notáveis, apesar do homem ter vivido nos Estados Unidos durante anos - Até agora não me foi me dado nenhum motivo para não ficar tranquilo, cara Cécile.

O homem respondeu, naquele mesmo tom relaxado que usara com Atlas. Um tom de voz que deixava qualquer um à vontade perto dele. Entrando no farol, aquele mesmo brilho de antes cruzou seus olhos. Aquela ponta de dúvida que tivera quanto àquele lugar acabara de sumir de forma permanente. Ninguém iria tão longe assim apenas para enganá-lo, isso seria um caso claro de loucura se fosse uma mera enganação. Descendo pela batisfera, ele vislumbrou-se com a visão do fundo do mar. Seu pai fora um marinheiro, mas sumira em alto mar quando Aidan tinha quatro anos de idade. Normalmente, uma pessoa desenvolveria medo do mar, mas ele desenvolvera uma enorme fascinação pelo mesmo. O que havia naquele local tão perigoso que fora o suficiente para que seu pai passasse mais tempo nele do que com a sua família? E agora, ele parecia entender o porquê, apesar de ter certeza de que seu pai nunca tivera uma visão daquelas.

A súbita aparição do garçom o levou a crer que estava alucinando, talvez a loucura de seus pacientes fosse contagiante, mas a expressão de Cécile o levou a crer que não estava vendo coisas. Gentilmente negou uma taça de champanhe. Era até risível, na verdade, ele passara boa parte de seu tempo nos Estados Unidos sendo discriminado por todos os tipos de preconceitos que se havia contra irlandeses, mas o maior de todos era válido para Aidan. Ele, assim como vários outros irlandeses que se encaixavam nesse clichê, adorava cerveja acima das outras bebidas alcoólicas. Porém, há cinco anos ele não bebia e preferia manter esse recorde.


- Isso é um motivo para não ficar tranquilo - Disse Aidan, com um pequeno sorriso em seus lábios - E sim ficar impressionado - Ele falou, também seguindo o garçom com o olhar - Acho que a pergunta mais óbvia é: Como ele faz isso? E é possível outros fazerem algo do tipo também?
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MensagemAssunto: Re: Teste para Fórum - Bioschock/Rapture   Sex Jun 01, 2018 10:23 pm

A reação de seus convidados era a que esperava, acabou soltando um breve risinho antes de tomar mais um gole do champanhe. Alex respirou profundamente e passou os olhos por toda o centro cultural, as pessoas conversando pacificamente, os casais apaixonados, a doce melodia que tocava ao fundo, mesmo vivendo ali à alguns anos aquele lugar sempre conseguia lhe arrancar alguns suspiros. Era visível que Alex estava vivendo ótimos anos debaixo d'água.  







Música:
 

Depois de seu momento intimo pessoal ele voltou a atenção a Cécile e depois à Aiden, a semente da curiosidade havia sido plantada com sucesso, não era atoa que aquele bar ficasse de frente com a entrada. Antes de responder as perguntas que lhe foram dirigidas finalizou sua bebida e então afastou a mão que segurava o cálice levemente do corpo. Poucos instantes depois o garçom voltou a aparecer ao lado de Alex assim levando embora o cálice vazio.
Ainda em silêncio o rapaz retirou de seu casaco uma seringa enorme cheia de um líquido avermelhado, sua coloração era deverás atraente chegando até a brilhar por algumas vezes.

— Melhor do que apenas explicar eu posso lhes mostrar. Acho que essa pode ser a hora adequada de usar o que comprei mais cedo.

Sem cerimônia alguma Alex enfiou aquela agulha massiva no braço e injetou toda a solução veia a dentro. Como ainda não estava muito acostumado com os tais "Plasmids", o elixir que dava as pessoas habilidades fantásticas, ele acabou deixar um gemido dolorido escapar. Quando estava terminando de injetar tudo aquilo os dois podiam jurar que viram uma breve labareda envolver as mãos do guia, em poucos segundos elas se incineravam e começavam a queimar em chamas intensas porém Alex já não sentia mais dor alguma e tampouco a seringa era afetada pelo ardor daquelas chamas. Por fim o rapaz respirou fundo e então estalou seus dedos da mão esquerda, uma pequena chama era acesa na ponta de seu indicador e polegar e por ali ficava até o momento em que ele abriu sua mão dissipando aquela chama. Se olhassem novamente para as mãos e para as pontas dos dedos de Alex ambos veriam que elas estavam intactas.  





— Isso se chama plasmid meus amigos, um elixir capaz de dar habilidades surreais à nós, meros mortais. Uma geneticista brilhante acabou descobrindo uma substância no interior de algumas lesmas marinhas chamada Adam, essa substância quando manipulada da forma correta pode quebrar nosso código genético, regenera-lo e escreve-lo de novo assim nos concedendo... O que as pessoas normais chamam de "super-poderes". De qualquer forma tudo isso está a disposição dos moradores de Rapture à um preço acessível.

Ele deu um girinho sobre seus calcanhares e foi se locomovendo até o gigantesco auditório/teatro que carregava o nome do maior artista da cidade, Sander Cohen, ou somente Cohen. - Sigam-me. - No caminho para lá eles acabaram passando na frente do que parecia ser uma pequena instituição que dava suporte as crianças órfãs, essa mais especificamente dedicava todos os seus esforços às pequenas garotas que perderam seus pais tragicamente. O lugar se chamava Little Wonders e em sua frente existiam uma série de pequenas garotinhas todo muito mal maquiadas enfileiradas escutando uma história qualquer de uma mulher mais a frente, provavelmente sua tutora/professora. No momento em que passavam perto das garotinhas elas olhavam para a dupla fixamente por alguns segundos antes de voltarem a prestar a atenção na mulher.


Garotinhas:
 

Depois da cena um tanto quanto inusitada eles chegaram até o anfiteatro Cohen. Sua fachada era excêntrica e chamativa, porém bela e misteriosa, tal qual os artistas que se apresentavam lá dentro. A entrada estava bem vazia o que significava que algo grandioso estava acontecendo lá dentro.


— Creio que a apresentação do Senhor Cohen já tenha começado, mas acho que ainda pode valer a pena. Desejam entrar?
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MensagemAssunto: Re: Teste para Fórum - Bioschock/Rapture   Seg Jun 04, 2018 5:11 pm

Os olhos verdes como esmeraldas arregalaram-se perante aquela cena, quando o rapaz que os guiava simplesmente tirara uma seringa de seu bolso e injetara seu conteúdo duvidoso no próprio braço. Ela imediatamente parou de beber seu champagne, questionando-se o que ele pretendia mostrar com aquilo. Apesar de achar algo interessante aquela prontidão para provar algo, principalmente um experimento daquele calibre, Cécile tinha de admitir que masoquismo não era o tipo de coisa que a definia.
Mas então, as labaredas envolveram as mãos de Atlas. O cérebro dela estava processando aquilo, seja o que for que estivesse na composição de tal substância, causar incineração instantânea por ingestão era novidade. Ela piscou e observou enquanto o fogo sumia por completo, e com o estalar suave de dedos do rapaz, forçando-o a acender-se novamente, a mulher que mais parecia uma pré-adolescente saltou para a frente e agarrou a mão que não estava sendo utilizada por Atlas, observando-o com uma expressão apaixonada e tão insana que era difícil imaginar o que exatamente passava pela cabeça dela. Provavelmente uma sequência de experimentos bizarros.


- Absolutamente incrível!Acha que eu posso ter uma reunião com essa geneticista mais tarde... melhor, talvez eu possa dissicar... digo, estudar você?

Apesar do gesto ser deveras intimo, ninguém acreditaria que Cécile estava flertando com Alex se olhasse bem para seus olhos, cheios de intensões nebulosas vagando pelas íris. Ela prontamente soltou-o ao perceber que havia agido um pouco emólgada demais do que deveria, e assentiu, voltando a beber seu drink enquanto seguia-o para fora do local. Esvaziando totalmente a taça, foi possível entregar ao garçom - mais uma vez, surgindo em frente a ela para recuperar a taça - antes que rumassem para o coliseu.

Ao passar pelas garotinhas, Cécile tentou desfazer-se de um certo mal estar que tomou conta de si ao ver aqueles rostos pintados. Eles causavam-lhe um desconforto visível, que eventualmente fez com que seu corpo se aproximasse do de Aidan, convenhamos, a pessoa que passava mais segurança dali.


- Hum... - ela virou-se para o lado, observando o homem mais velho, tentando disfarçar a confusão por ter se dado conta do que acabara de fazer. - Parecem bonecas de cera, são um tanto quanto... desconfortáveis de se olhar.

A justificativa pairou entre eles por alguns segundos, impossível de ser posta em dúvida, antes que chegassem as portas do anfiteatro. Tão chamativo quanto muitas outras estruturas daquele lugar, era de se imaginar que algo muito interessante poderia ser visto dentro do mesmo. Se aquele lugar juntava a nata entre a nata da sociedade, certamente era um ponto digno de ser visitado.

- Não sei quanto ao doutor, mas a ideia me agrada bastante. - respondeu a Alex, parando um segundo para ver as esculturas que se moviam.
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MensagemAssunto: Re: Teste para Fórum - Bioschock/Rapture   Seg Jun 04, 2018 6:09 pm

Os olhos de Aidan, assim como os de Cécile, arregalaram-se perante a demonstração de Atlas. Diferente da mulher, o homem não parecia querer estudar Atlas, ou dissecá-lo, ele parecia estar estupefato com o que vira. Sua noção do que era possível havia sido mudada quando vira a cidade embaixo da água, porém aquilo... Aquilo beirava à magia. Haviam truques de ilusionismo, que podiam fazer as pessoas acreditarem em algo que não estava ali. Mas aquilo era real, não havia como ser sua mente lhe pregando uma peça. Sua expressão de surpresa se desfez no momento que Cécile saltou para frente, e ele passou a se questionar da sanidade de sua parceira de viagem, mas como era de sua política não questionar isso em voz alta ou começar a examinar pessoas sem ser em uma consulta, ele deixou passar, sua expressão amainando-se novamente.

- Isso foi impressionante, Atlas.

Seguindo-o calmamente, Aidan segurou o paletó que viera segurando em seus braços e o vestiu, ajeitando-o conforme os passos eram dados. Quando passaram pelas garotas, seus olhos voltaram-se para Atlas, em uma mistura de dúvida e preocupação. Questionou-se o quão seguro aquilo era para as garotas, se algum tipo de trauma psicológico não pudesse surgir daquilo. Acabou não perguntando nada, acabara de chegar ali e sair acusando as pessoas de coisas horríveis não seria algo que ele faria. Talvez houvesse uma explicação para aquilo, talvez tudo ali pudesse ser explicado, assim como aqueles Plasmids que ele demonstrara. Acabou colocando as mãos nos bolsos de seu paletó, lançando um último olhar para as garotas, após passar por elas. Voltou então seu rosto para Cécile, sua expressão sendo a mesma que ela vira durante a viagem, uma de calma, quase inabalável, de uma pessoa que parecia estar confortável com tudo aos seus arredores, por mais estranhas e perturbadoras que fossem.

- De fato são - Ele falou para Cécile, lentamente voltando seu rosto para Atlas, para que o seguissem.

Aquele lugar era a definição de chamativo, com suas luzes, suas estatuetas, suas luzes e seus letreiros enormes. Basicamente o oposto dos locais que ele costumava frequentar. Apesar de ter um enorme reconhecimento no mundo, de ter bastante dinheiro ao ponto de não precisar se preocupar com gastos desenfreados, ele nunca fora uma pessoa que visitava lugares mais requintados. Crescera filho de um marinheiro e uma professora aposentada, nunca tivera maiores luxos e mesmo diante da possibilidade de obtê-los, seguiu pelo caminho mais humilde. Dava para notar certo desconforto da parte dele, ao olhar para aquele local, mas não vinha de algum tipo de aversão à arte, mas sim de que nunca entrara em um local como aquele. Bom, tudo na vida era uma experiência afinal de contas.


- Por mim tudo bem.
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MensagemAssunto: Re: Teste para Fórum - Bioschock/Rapture   Qua Jun 06, 2018 3:31 pm

A primeiro momento o rapaz ficou surpreso com a aproximação repentina da garota mas acabou relevando quando se lembrava da fama que ela carregava. Por fim deixou um risinho escapar antes de guardar aquela seringa enorme de volta ao casaco.

— A Doutora Tenenbaum adoraria te conhecer, vamos dizer que o parceiro de laboratório dela não é muito "comunicativo" haha.

O rapaz não pode deixar de escutar o comentário de Cécile e de fato ele fazia sentido para um estrangeiro à aquele lugar. Alex sentiu que uma explicação deveria ser dada em relação as garotinhas e eram popularmente chamadas pelos habitantes da cidade de "Little Sisters".

— Relaxem... Geralmente elas não são assim, talvez tenha sido alguma atividade escolar ou algo assim. Essas garotas são órfãs, vivem sob a tutela da instituição Little Ones por isso são apelidadas como Little Sisters. Creio que talvez futuramente vocês irão conhece-las melhor.

Mesmo com aquele comentário ainda era um pouco estranho toda aquela situação, garotas com a mesma faixa etária, alturas e fisionomias, ainda mais em um orfanato? Algo não parecia certo. De qualquer forma Alex não parecia mentir, ou talvez ele estava sendo enganado também. De qualquer forma eles seguiram seu caminho adiante até o Cohen Palace. Depois daquela breve conversa o trio decidiu adentrar ao anfiteatro, mas logo foram barrados na porta por um segurança; Ele vestia um smoking preto e em seu rosto uma máscara de coelho, mantendo sua identidade em anonimato. O segurança se aproximou de Alex e sussurrou em seu ouvido algumas palavras que fizeram com que o rapaz soltasse um suspiro. Após o incidente o guia se virou a Cécile e Aiden com uma frustração visível em seu rosto.

— Bem, eu sinto-lhes informar mas as apresentações estão suspensas por hoje, o senhor Cohen acabou se acidentando dentro do anfiteatro, não sei dos detalhes mas não parece grave.

Dos megafones gigantes que ficavam nas partes elevadas do centro uma voz feminina, provavelmente de uma secretária, ecoava por todo o local. - Senhor Atlas, Andrew Ryan o espera em seu escritório, por favor venha rápido. - O guia suspirou mais uma vez antes de soltar um pequeno risinho.

— É, parece que nosso passeio está suspenso por hora... Mas de qualquer forma, vocês estão em Rapture, sintam-se a vontade para passear por todo o local.

Antes de se retirar o rapaz tirou de seu casaco dois pequenos rádios, que mais parecia um tijolinho de metal com algumas quinquilharias coladas. Aparentemente eram a forma de comunicação local da cidade, fora as cartas é claro. Os habitantes de Rapture se comunicavam entre si usando aqueles aparelhos. Além de entregar os aparelhos, Alex entregou à cada um uma carta, que continha um mapa da cidade o endereço do apartamento de ambos além dos dados pessoais e da conta bancária que eles possuíam na cidade. Cada conta começava com 1000 águias, o dinheiro de Rapture.

— Bom, vocês podem se comunicar comigo por esse rádio, ele é basicamente igual um telefone convencional, porém portátil, a mecânica é parecida com a de um rádio, você precisa saber a frequência da outra pessoa ao invés de um número. De qualquer forma a minha frequência está ai em um papel colado na lateral do aparelho. -  Ele dizia enquanto ia se distanciando, ao que parecia Alex era mais que apenas o guia de Rapture, ele era uma especie de gestor da cidade, ou vulgarmente falando o "faz tudo" dali.

Quando o rapaz desaparecia em meio a multidão um homem com um sobretudo marrom e chapéu se aproximou da dupla, o cheiro de cigarro automaticamente impregnava suas narinas, ele sacou do bolso direito do sobretudo um pequeno cartão com um endereço e entregou a Aiden e enquanto se afastava ele começava a monologar.

— Vocês dois podem nos ajudar... Infelizmente aqui não é um bom lugar para conversar, me encontrem mais tarde nesse endereço.

Se Cécile e Aiden tentassem correr atrás do homem misterioso ambos perceberiam que seus pés estavam presos ao chão por uma espessa camada de gelo. Quando o homem já não estava mais na visão de ambos o gelo se dissipava quase que instantaneamente.

[Vamos lá, basicamente não temos tópicos de lugares, então assim que vocês decidirem para onde ir eu irei fazer um post dando a descrição do lugar. Eu queria que essa aventura lembrasse um pouco as mesas de RPG então ela não é linear embora ela tenha começo meio e fim, algumas vezes eu irei sugerir algumas coisas, porém vocês poderão tomar o caminho inverso ou até mesmo algo que eu não mencionei (claro que tem que ser algo cabível em Rapture, mas fiquem tranquilos, eu irei explicar tudo que existe na cidade aos poucos.)]

Agora tanto a francesa quanto o irlandês estavam por conta própria na bela Rapture, que apesar de ser "utópica" ainda assim era uma cidade "normal", e como toda cidade normal ela tinha seu centro comercial, cultural e os complexos onde as pessoas viviam. Mais afastado disso tudo ficava a área cientifica, lugar dos laboratórios e do jardim botânico. E por fim ainda mais afastado de tudo estavam as docas, uma das poucas áreas que ainda mantinham contato com a superfície, onde a mercadoria era importada e as vezes exportada. Pelo menos era isso que o que o mapa dizia.

[Enfim, vocês podem escolher ai o que vão fazer e etc etc e tals. Se alguma coisa não ficou claro por favor, perguntem por PM, eu irei responde-los da melhor foram que eu posso.]
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MensagemAssunto: Re: Teste para Fórum - Bioschock/Rapture   Qua Jun 06, 2018 9:23 pm

- Que ótimo, eu definitivamente passarei por lá quando tiver visto todo o resto. - é claro, coisas importantes precisavam de mais tempo livre, e apesar de estar ansiosa para conhecer tal cérebro brilhante, Cécile preferia deixar isso para uma hora mais amena... afinal,havia ainda muitas coisas para ver em Rapture.

Diante de comentário do rapaz sobre as garotinhas, ela lançou a elas mais um olhar, mas rapidamente moveu sua atenção para o caminho. Aquilo ainda a incomodava... era estranho, visto que ela já vira coisa bem piores... assim como, teoricamnete, fizera. Cécile també notara a semelhança entre as garotinhas do orfanato, algo deveras estranho, mas decidiu que poderia saber mais sobre aquilo mais tarde. Ela tinha uma apresentação para ver afinal de contas.

Ou não.

A notícia de que o tal Cohen havia se acidentado foi como um balde de água fria. Havia quase um lamento em seu olhar que estava voltado para as portas do anfiteatro, Ela murmurou um "ainda bem" não muito emotivo sobre o evento, e após escutou o chamado de Atlas, indicando que agora os dois gênios estariam por sua própria conta e risco. Ela capturou os equipamentos que lhe foram entregues com certa curiosidade, sua insatisfação óbvia desaparecendo quase que de imediato enquanto virava o aparelho de comunicação entre os dedos.


- Interessante... e bastante útil, em verdade. - argumentou, visualizando a frequência que deveria usar e depois guardando o objeto, desta feita abrindo a carta e puxando o mapa,que era o mais importante no momento. - Faça um bom trabalho.

Sua voz tinha adquirido o tom monocórdio, seu sotaque ficando ainda mais carregado. Os olhos verdes passando insistentemente pelas linhas do mapa, tentando definir onde estavam naquele exato instante. No fim das contas não foi assim tão difícil de achar. Cécile entreabriu os lábios para dizer algo a Aidan quando notou a aproximação do homem desconhecido. Eventualmente, sua mão livre deslizou para dentro das vestes, agarrando um bisturi escondido ali desde sempre. Nunca se sabia quando aquela ferramenta seria necessária, afinal de contas. Ela estreitou as sobrancelhas para o homem, que acabara de entregar um cartão ao seu "parceiro" e ditara aquelas palavras, antes de se afastar. Sua intensão não era segui-lo de qualquer forma, esse tipo de gente era perigosa... de qualquer forma, o desconforto causado pelo frio do congelamento chamou sua atenção para os próprios pés, o que a fez praguejar automaticamente.

- Mas que Inferno, quem você pensa que... - ela parou momentaneamente. - Droga, isso continua sendo interessante não importa de que ângulo eu olhe.

O gelo acabou desaparecendo com o afastamento do desconhecido, ela sentiu-se bem melhor. Balançando um pé após o outro, como se precisasse ter certeza de que estavam funcionando, Cécile imaginava se aquilo não seria um efeito dos tais plasmids.

Provavelmente.

- Bem... ele chamou nós dois, não estou muito certa de que seja muito inteligente irmos, mas vai tanto faz. - a curiosidade matou o gato, mesmo que houvesse perigo envolvido, Cécile não era do tipo que desistia por conta de apenas uma possibilidade. Ela já havia decidido que averiguaria aquilo mais tarde. - Não sei quanto a você, mas o mais inteligente agora seria verificarmos nossos apartamentos, não?

Ela tinha em mente visitar o centro cultural logo após, afinal a ciência era seu campo de trabalho, e era bastante complexa, quanto mais tempo gastasse nela melhor.
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Aidan Kearney
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MensagemAssunto: Re: Teste para Fórum - Bioschock/Rapture   Sex Jun 08, 2018 1:24 am

Após Atlas garantir que aquele estado em que as garotas se encontravam não era o costumeiro foi possível ouvir Aidan soltar um pequeno suspiro de alívio. Ele, como psiquiatra, sabia bem como crianças eram facilmente traumatizadas, e como era difícil dessas marcas desaparecem. O mínimo descuido pode estragar uma vida inteira, e ele tinha uma natureza naturalmente protetora para com crianças, depois de trabalhar com tantos casos em seu escritório, ele descobrira que um dos passados mais comuns entre todos os seus pacientes era algo que acontecera na infância deles, os afetando até os dias atuais. Algumas pessoas eram mais resistentes do que as outras, portanto ele sempre tomava cuidado com o que falava ou fazia perto de crianças.

Ficou um pouco preocupado com a notícia do acidente de Cohen, até teria se oferecido para tratá-lo, mas tinha certeza de que outros médicos da cidade estavam cuidando dele naquele momento. Uma parte dentro de si, parte essa que o fazia sentir-se envergonhado, estava aliviada com o fato de que Cohen se acidentara. Ele não sabia como portar-se em locais como aquele, portanto estava com um pouco de receio de botar seus pés dentro daquele lugar. Com cuidado, ele pegou os objetos que Atlas lhe oferecia e observou-os por um momento, olhando para a frequência e memorizando a mesma. Observou com certo interesse o mapa da cidade, sua memória era boa, porém levaria um tempo para acostumar-se à cidade.


- O dever te chama - Brincou Aidan, capturando a mão do rapaz mais uma vez e apertando-a amigavelmente - Obrigado, Atlas. Até mais.

Aquela cidade era impressionante, desde sua construção ao seu povo. Portanto, é claro que teria que haver algo de errado com ela. Aidan não era um homem que acreditava em perfeição, ele trabalhava constantemente com pessoas quebradas e as histórias delas o fizeram perceber que a mera ideia de perfeição era algo ridículo. Claro, isso e a guerra. As coisas que vira lá andariam junto dele durante o resto de sua vida. Homens, desde aqueles nascido em condições horríveis até os que possuíam prestígio na sociedade, de diferentes nacionalidades, de cores de pele diferentes, de pensamentos diferentes: todos sangram igual e todos são igualmente esquecidos pelo tempo e pela sociedade. Ele pegou o cartão por instinto, sem nem mesmo notar quem estava entregando-o a ele. O irlandês só fora notar que estava preso em gelo quando olhou para baixo, de tão surpreso que estava. Guardou o cartão no bolso de seu paletó, puxando o mapa que Atlas lhe entregara, encontrando o lugar em que estava e vendo o que havia na direção que o homem ia.

- De fato, é bem interessante - Apesar dos acontecimentos estranhos, ele ainda mantinha aquele rosto calmo e descontraído - Sim, acho uma boa ideia vermos como são e nos acostumarmos um pouco a esse lugar. A viagem foi um pouco longa também.


( Perdão pela demora, estou sem computador e liberarem o notebook é uma ocorrência rara, então vou demorar para responder aqui =P )
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