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 VA-11 Hall-A Bar

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Nathan Prescott
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MensagemAssunto: Re: VA-11 Hall-A Bar   Qua Set 06, 2017 4:55 pm

[ UHASAUHSA pelo visto a Ame é a mais prudente daqui :v
Faço parte do grupinho que não para -qq ]


Sem saber da informação que lhe era escondida - o que provavelmente o poupava de um acesso de raiva só de ouvir o nome que eles tinham em mente, Nathan apenas riu dos seguintes comentários de Hanna sobre o assunto dos secadores; era incrível como a garota conseguia fazer de qualquer mínimo tópico uma história realmente engraçada - e pela primeira vez ele não julgava isso de forma absurda, afinal de contas, o Prescott era alguém conhecido por ser extremamente irritante e estraga-prazeres. Suas brincadeiras geralmente estavam recheadas com sarcasmo, palavrões e segundos sentidos, então era realmente incrível que ele estivesse se divertindo com o jeito inocente de Hanna.
Inocente... sim. Era essa a palavra que lhe exigiram.
Por mais sábia que aquela menina fosse, seus trejeitos indicavam toda sua empatia cega.
Ele estava no caminho certo. Ela era perfeita. Ele tinha, tinha que fazer.
Pensar isso com tanta veemência lhe deu um calafrio desconfortável na espinha.
O garoto não se preocupou com os olhares dos outros clientes uma vez que eles foram se desconcentrando novamente do grupo de adolescentes.

- É... deve ter mesmo.- ele disse apenas por dizer, com um tom incerto; em sua mente, Nathan tinha certeza que não havia ninguém para se importar com ele no final. Droga... era melhor parar de pensar nisso antes que ele começasse com papos suicidas ali.- Não precisava se incomodar, mas obrigado por vir também.- ele disse quando percebeu que ela os acompanhava quando ele e Max passavam pelas mesas.

- Isso aí... amigos.- foi tudo o que conseguiu dizer. Aquele tom de Maxwell o havia inquietado de longe. Se parasse para pensar, o garoto lhe lembrava uma pessoa... aquela voz tinha algo tão malicioso quanto este alguém também conseguia tê-lo; uma voz capaz de passá-lo o sentimento de ser um rato de experiência no labirinto daquele jovem. Nathan suspirou, tentando afastar aquilo da cabeça também...- Hey, obrigado, vocês dois. Acho que agora já dá pra eu pegar um táxi e...

E ele pressentiu algo se aproximar, e não teve tempo de muita coisa se não tentar se virar quando a porrada o atingiu.

O Prescott desequilibrou-se no mesmo segundo, a dor lancinando em sua cabeça momentos antes dele simplesmente bater o corpo contra o chão de concreto e gélido lá fora. Ele teria desmaiado, sim, mas seu gesto de virar-se impediu que a pancada tivesse a força que deveria, atingindo metade sua nuca, metade sua cabeça, porém tudo seria exatamente como Melissa havia planejado se o garoto estivesse realmente bêbado como alegara que estava...
Mas Nathan não estava nem. Um. Pingo. Alto.
Seria difícil prestar atenção, sequer notar... mas a garrafa de whisky que ele deixara para trás, a qual ele pareceu ter tomado até o último gole... ela ainda estava sobre o balcão com a mesma quantidade que restara quando ele enchera os copos de Hanna e Maxwell.
Ele havia encenado tomá-la?
Por quê?

Alguém acostumado a ser espancado como ele, a certeza de que não estava realmente desmaiado veio quando sua mão se moveu, encostando no local da pancada, e ele rangeu os dentes com força. No meio de sua cabeça, seus dedos voltaram embebidos em sangue, líquido este que começava a encharcar seus cabelos alourados. O mundo girava ao seu redor, e Nathan apenas teve como virar-se minimamente, arrastando-se para apoiar-se nos cotovelos trêmulos, fitando uma visão desfocada do que seria Maxwell, Hanna... e os cabelos pretos e jaqueta de couro que ele distinguiu imediatamente.
Toda a expressão antes indefesa e bêbada de Nathan haviam sumido.

- S-Sua puta...! Sua maldita PUTA! E-Eu vou matar você!- sua voz saiu embargada, a dor em sua cabeça latejava e ele estava minimamente atordoado.- Eu vou...

Não...
Não, não, não, não, não, não, não, não, não, NÃO!
Tudo tinha ido por água a baixo.
Quer dizer, tinha?
Oh Deus, ele estava seguindo o maldito roteiro tão bem... tão bem...
A última coisa que Nathan Prescott precisava naquela noite era de uma cena. Era chamar atenção. Era estar no chão, com a cabeça sangrando, sua arqui-inimiga irritadinha à sua frente pronta para enchê-lo de porrada.
Desespero lhe encheu o peito. Não pela pancada, não por nada disso... mas quando pensou no que o aguardava se tudo desse errado.
Ele tinha que fazer algo, tinha que fazer algo, qualquer droga de algo... mas o quê?!

- Argh! S-Saia... saia de perto de mim!!- ele rosnou, os olhos realmente lacrimejando de dor. Porém, ele não mais os focou em Melissa...

Nathan direcionou os olhos para Max e Hanna.
Diante da pergunta feita por Carter, eles poderiam se sentir minimamente tontos, até que isso se tornou um problema.
Seria difícil para ambos responderem. De repente, para eles, era como se sua audição tivesse estourado, e eles agora ouviam tudo muito, muito longe, e se afastando cada vez mais...
Seus raciocínios estavam lentos, os sentidos cada vez mais dormentes... seria rápido à medida que eles seriam tomados por aquelas sensações até que cedessem completamente. Suas vistas começavam a se fechar...
Tudo poderia fazer sentido agora.
A estranha recepção animada e simpática do problemático dos Prescott, a rodada de drinks pagos, o copo "sem querer" derrubado em Hanna e todo o rodeio de movimentos em sua mão na garrafa de whisky...
A encenação perfeita e a história convincente para levá-los até ali, do lado de fora do bar, onde não havia quase ninguém na rua.
Nathan Prescott os havia drogado.
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Hanna Blackwell
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MensagemAssunto: Re: VA-11 Hall-A Bar   Qua Set 06, 2017 8:22 pm

(Meu segundo nome é prudência. q
Não sei porque ainda tento trollar a Cla, ela sempre faz pior na volta q)

Hanna estava alheia aos pensamentos dos outros dois rapazes ao seu lado. Se possível, deixaria Nathan em casa e retornaria rapidamente a presença de Maxwell, afinal garantira que mostraria a cidade a ele, mesmo que Nathan afirmasse categoricamente que não havia nada de bom por lá. Ela não percebera os alheios pensamentos estranhos que pairavam sobre ela. Muito menos aquela malícia que Maxwell demonstrou ao ajudar o Prescott.

- Não tem de que, como o Max disse, é o que os amigos fazem! - e abriu um sorriso dócil logo após. No minuto seguinte, porém, Melissa entrara no campo de visão deles e acertara um golpe na cabeça de Nathan. A garota arregalou os olhos com a surpresa, indo do rosto do agredido para o da agressora e vice-versa. - Melissa! Você... você não pode ficar acertando a cabeça dos outros assim, isso é muito errado!

Se ela pensara em dizer algo ou descer o corpo para tentar ajudar Nathan a se levantar, no entanto, foi impedida pela reação brutal dele. A menina deu um passo para trás oscilante, e quando tentou ignorar o jeito grosseiro do rapaz, mais uma vez, para ajudá-lo, a dor estourou em seus ouvidos e seus sentidos entraram automaticamente em parafuso. Ela bambeou quase que de imediatamente para a direita... Hanna além de ser fraca para bebidas também tinha sido obviamente drogada, então era de se esperar que ela reagisse por instinto agarrando-se a pessoa mais próxima, que seria Maxwell, para não cair.

- Max... minha cabeça está...
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Maxwell Watson
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MensagemAssunto: Re: VA-11 Hall-A Bar   Qua Set 06, 2017 10:52 pm

( Um viva ao grupo que não para.
Olha, normalmente a gente aprende com os erros )

Nathan realmente era um rato do laboratório de Max, mas o garoto considerava que toda a humanidade fosse assim, então não era nenhum tipo de privilégio ele ser tratado daquela maneira. Maxwell era uma pessoa manipuladora, babaca e com claros sinais de insanidade, alguns psiquiatras talvez falassem que aquilo era apenas normal, se fosse levado em conta o que o rapaz passara, mas a verdade era que bem antes de ser sequestrado, torturado e marcado, Maxwell já era assim. Não dava para entender exatamente o que se passava na cabeça dele, como alguém conseguia se divertir tanto com o sofrimento alheio.

Mas Maxwell não era louco. Ou era? Não dava para definir, pois se ele tivesse de fato perdido a sanidade, todas aquelas máscaras sociais escondiam isso muito bem.


- Algum problema? - Perguntou Max, sabendo que o Prescott estava inquieto.

Então, Melissa apareceu e arrancou uma gargalhada da boca de Watson. Ele não tomava prazer em ver Nathan ser atingido, só um pouquinho talvez, mas sim pela surpresa da aparição dela. Ele não esperava que ela fosse aparecer ali e fazer... aquilo. Mesmo sabendo que a relação dela com Nathan era uma das piores possíveis, ele ainda achava difícil acreditar que ela atacara-o justamente na presença de Max.


- Bem, doçura, nós estávamos bebendo é claro. Isso aqui é um bar - Provocou Maxwell, jogando todo aquele teatro pela janela. Adorava provocar Melissa, mesmo que ela estivesse claramente pronta para matar alguém. O rapaz segurou Hanna e olhou-a enquanto a garota falava, e logo a droga começou a surtir efeito nele. A vontade que tinha era de passar uma faca pela garganta de Nathan, a última vez que fora drogado não terminara bem. Aquele era o único trauma que Max tinha. Mas como não podia atingi-lo, tentou deixar bem claro o que estava acontecendo ali. Ele ergueu sua voz para que todos presentes pudessem escutar - Seu filho de uma puta, você drogou a gente!

Ele mal conseguia manter-se em pé, então ele apenas caiu de joelho no chão enquanto ainda tentava amparar a queda de Hanna. Não queria que a garota se ferisse. O efeito daquela droga era realmente forte, pois Maxwell Watson estava preocupado com o bem estar de alguém.


Última edição por Maxwell Watson em Ter Set 12, 2017 5:23 pm, editado 1 vez(es)
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Melissa Carter
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MensagemAssunto: Re: VA-11 Hall-A Bar   Qua Set 06, 2017 11:15 pm

- Dã... eu faço o que eu quiser, menina cantora. E ele pediu isso quando fez essa gracinha no meu quarto. - dizendo isso, Melissa abriu o mural que havia sabiamente disfarçado de parede, com as fotos desagradáveis e as pichações que teria levado uma semana ou mais para limpar se tivesse seguido do jeito que ele queria. Ela usou a mão livre para mostrar o dedo do meio para Max em seguida. - Vai pro inferno, Maxwell.

☬ Simpática como sempre. A sua intenção era desmaiar Nathan e arrastá-lo até seu próprio dormitório, atirando-o lá dentro, infelizmente o desgraçado não estava bêbado como pensara que estava. Melissa não era cruel a ponto de planejar um assassinato ou algo que colocasse a vida alheia em risco, no entanto estava realmente perdendo a paciência com o garoto. ☬

- Ahn, você. Vai. Me. Matar? Me poupe. Aja como o lixo de adolescente que você é e pare com essa maldita palhaçada de uma vez, já estou farta de você. - ela girou desta vez a perna para dar um chute em Nathan, fazendo-o escorregar para baixo novamente. Já estava estralando os punhos quando notou a situação. - Seu filho da puta, o que você pensa que está fazendo?

☬ Ela não fazia a menor ideia do que Nathan queria drogando aqueles dois... Só sabia que não poderia ser nada bom. Melissa fez um movimento para colocar o pé sobre as costas dele, mantendo-o no chão, seus olhos focando-se nos outros dois. ☬

- O Maxwell até entendo... - não era que Melissa não estivesse preocupada com ele. Na verdade ela até estava... mas Max parecia o tipo de pessoa que lidava com aquelas situações o tempo todo... ele já correra bastante perigo pressionando-a. Mas havia Hanna envolvida. Ela não convivera o bastante com Hanna Blackwell para dizer que eram chegadas, mas sabia o suficiente para achar desgraçado quem usava a garota como alvo. - Mas a Hanna? Ela é uma das poucas pessoas que prestam nesse lugar, aquela menina não faria mal a uma mosca e você dopou ela assim mesmo?
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Nathan Prescott
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MensagemAssunto: Re: VA-11 Hall-A Bar   Qui Set 07, 2017 12:25 am

[ Ou seria melhor um brinde ao grupo? -q
Eu juro que já tava tudo premeditado AUHEAUHEAUHEUHEA Pra você ver o tamanho do meu amor pelo seus personagens Ame, você é minha cobaiazinha <3 NÃO ME BATE ]


Quando Hanna e Maxwell foram ao chão, Nathan não pôde sentir maior frustração. A visão de Hanna desorientada o fez ranger os dentes como se tivesse levado outra pancada e, embora ele realmente achasse que deveria afastar o psicopata embutido que achava ser Maxwell da garota doce e gentil, ele ainda sim sentiu-se desconfortável. Mas ele tinha, tinha que terminar o que havia começado...
Havia como terminar?
Melissa simplesmente surgira e ruíra com todo o roteiro.
Nathan estava quase tão desesperado como os outros dois sob efeito de drogas pesadas - e muito pesadas, deveria faltar pouco para que até falar se tornasse um ato de muito esforço.
Trêmulo como estava, quando prestes a se levantar, sentiu o chute de Melissa e foi ao chão novamente, grunhindo de forma rasgada. Sua costela doía junto com a sua cabeça agora, e mais uma vez ele estava ali indefeso o suficiente para fazer qualquer coisa...
Aquela sensação...
O Prescott já havia experimentado-a tantas e tantas vezes.
E sempre era o próprio inferno.

- Pára!- ele exclamou, e sua voz desafinou lindamente, dando a impressão de que ele não passava de um garotinho indefeso.- Eu não estou fazendo nada... e-eu posso levá-los ao hospital e-...

Não, Nathan...

Era tarde demais para desculpas.
O roteiro tinha ido mesmo por água a baixo.
Ele tinha que improvisar. Tinha que pensar. Ou tudo seria muito, muito pior.

- EU NÃO VOU FAZER MAL À ELA!- ele exclamou quando Melissa falou sobre Hanna. Ele parecia de fato sincero, da melhor forma que conseguia. Mas ele havia mentido o caminho todo(?), era difícil crer nele agora.- Me deixa em paz, Carter!!- clamou num último pedido.
Ao mesmo tempo que cuspiu um tanto de sangue, sentiu a sola do coturno de Melissa sobre suas costas, impedindo-o mais uma vez de se pôr de pé.
Ele quase não podia acreditar que estava apanhando de uma garota... droga.
Essa humilhação... isso tudo...
Sua cabeça doeu, e por um momento ele soube que não foi por causa do ferimento aberto no meio de seus cabelos.
Nathan era um viciado. Acima de tudo, tinha problemas mentais sérios. Acima disso tudo, se entupia de remédios antipsicóticos e antidepressivos. Era perigoso expô-lo a situações do tipo...
E aquilo tudo...
Estava levando-o ao limite.

POW.

A dor na perna de Melissa Carter seria lancinante.
Num piscar de olhos, Nathan puxara o revólver que escondia no coldre da calça e disparara.
A bala raspou contra o joelho da greaser, provocando um ferimento sangrento, forçando-a tirar o pé de cima dele.
Foi no joelho bom dela.
Bom, pelo menos este era o bom...
Quando ela menos percebesse, Nathan estava de pé, com o revólver empunhado em mãos. Segurava o abdômen por conta da dor e cambaleava, mas no fim ele apontou a arma novamente para a garota que deveria estar no chão.

- Eu falei... pra me deixar em paz...- ele rosnou.- Eu falei... que n-ninguém mexe comigo, sua puta escrota! EU FALEI QUE IA MATAR VOCÊ!

Nathan respirava com dificuldade, o nervosismo prestes a se transformar num ataque de pânico - se é que ele já não parecia surtado o suficiente. Toda aquela situação exigira o mais profundo de cruel que ele podia ser. E aquilo estava matando-o por dentro.- Você dá mais um pio e eu estouro os seus miolos, seu imbecil ingrato!- Nathan mordeu o lábio inferior com tanta força que este sangrou, dizendo para Maxwell.De qualquer forma, ele segurou a arma com força antes de lançar um olhar de esguelha ao garoto e Hanna. O casal já deveria estar sem os movimentos do corpo à essa hora... como uma anestesia forte.

- Pois bem, é assim que vai funcionar, vadia.- de dentro do bolso da jaqueta azul, ele apertou algo. Uma bela Pick Up V8 de cor vermelha piscou e destrancou as portas há poucos metros atrás dele.- Pegue os dois... e entre na porra do carro.

Oh... aquilo havia se transformado num sequestro.
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Hanna Blackwell
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MensagemAssunto: Re: VA-11 Hall-A Bar   Qui Set 07, 2017 9:13 pm

(Eu SABIA. SABIA que ai tinha coisa, tu não me engana não menina. q Ahhhhhhhhn no joelho de novo, Clarice, larga dos joelhos da Mel pelo amor de Deus, daqui a pouco a menina não anda mais. kkkkk
O que é teu tá guardado. q)



Hanna não conseguia se mover. Ela não conseguia nem raciocinar sobre o que estava acontecendo. Seu corpo não respondia e sua mente também estava lenta, como se estivesse nadando em algum líquido espesso e desagradável. E havia o sono... um sono esmagador. A mão que segurava a manga de Maxwell apertou com um pouco mais de força, mas não era o suficiente para mantê-la de pé. Do jeito que ela o segurava, a manga havia escorregado e deixado a vista uma longa cicatriz... não igual as das meninas que se cortavam por atenção ou para apenas sentir dor. Era uma linha grosseira e funda... a marca de um suicida, que de alguma forma sobrevivera.

Mas ela tampouco podia registrar esse detalhe. Seus olhos encheram-se de lágrimas quando seu último resquício de força acabou e Hanna desabou. Não saberia dizer se Maxwell teria conseguido impedir sua queda ou se chegara a bater seu corpo contra o chão. O que ela tinha feito de errado? O que? Ela não tinha sido gentil, amável e não brincara com Nathan? Mágoa azedou em seu paladar. Uma traição tão óbvia, e não tinha percebido...

Era o que ganhava por ser do jeito que era. Por tentar ajudar até quem não merecia ser ajudado. E pensar que se ela não estivesse dopada, provavelmente se intrometeria no meio para dar um fim naquela briga sem sentido entre Melissa e Nathan. A última coisa que Hanna ouviu foi o som de um tiro, antes que mergulhasse numa escuridão oleosa e desagradável.
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Maxwell Watson
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MensagemAssunto: Re: VA-11 Hall-A Bar   Sex Set 08, 2017 4:26 pm

( Um brinde também serve, beber sempre é bom.
Não vou dizer que não gosto de ver o Maxwell se ferrando, já que todo personagem meu sofre, mas isso aqui tá muito louco, Jesus )

Maxwell notou que sua visão ficou embaçada, uma coisa que já acontecera antes com ele, quando ainda vivia em Helhole. Sua mente estava ficando lenta demais, e provavelmente essa era a parte que ele mais odiava, Max era um gênio. Um gênio do mal, sim, mas um gênio no final das contas e ter sua mente prejudicada de qualquer maneira era pior do que levar um tiro. Sua boca abriu-se, provavelmente para falar alguma gracinha para Melissa, justamente por ela ter falando '' O Maxwell eu até entendo '', mas nada saiu.

Seu corpo estava fraco, suas pernas já não o respondiam. Seus olhos registraram a marca que Hanna tinha em seu braço e, sem saber exatamente o porquê, Maxwell sentiu um ódio enorme o corroer por dentro. Nada feria Maxwell, mentalmente é claro, mas se havia algo que sempre o pegava era suicídio, sua memória voltou para o dia em que chegara em casa e vira o corpo de sua própria mãe pendurado no teto com uma corda em volta de seu pescoço.


- Por favor, atire - Maxwell reuniu suas últimas forças para falar aquilo, enquanto olhava para Nathan.

O olhar de Max era aquele de um homem morto que andava. A muralha que o rapaz erguera ao redor de si, para proteger-se de qualquer ataque ao seu psicológico caíra ao ver a marca de Hanna, usar humor negro e ser um babaca só poderiam lhe guardar de um certo número de ataques. Ele segurou Hanna pelos braços e caiu no chão, deixando que ela caísse em cima dele, para amortecer a queda da garota. Ele sentiu sua nuca bater contra o chão com um enorme baque, teria sentido nostalgia, se de fato pudesse sentir algo.
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Melissa Carter
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MensagemAssunto: Re: VA-11 Hall-A Bar   Sex Set 08, 2017 8:35 pm

- Como se eu acreditasse num pingo do que você diz, seu...

☬ Melissa não terminou de falar. Ela apenas sentiu a dor lancinante em sua perna e foi incapaz de manter o equilíbrio, caindo para trás e segurando o joelho recém ferido. O seu joelho bom... o que caralhos aqueles filhos de uma puta tinham contra seus joelhos? A dor nublou seus pensamentos por um instante, em que ela precisou lembrar-se do que era respirar e, ainda mais: como lidar com aquilo. Embora estivesse doendo pra caramba, a bala tinha pegado de raspão, era claro... quando a vadia psicopata Constance atirou em seu outro joelho, fora com a intensão de machucar. A bala alojara-se e só os deuses sabiam como ela havia sobrevivido a hemorragia... ou ao próprio Tate, que milagrosamente a ajudara, ao invés de tentar estrupa-la. Pensando por um certo lado, a garota até que tinha alguma sorte. ☬

- Seu covarde de merda...

☬ Ela xingou por entre os dentes trincados, tentando achar uma posição melhor para ficar. Todas as ações de Nathan diziam que ele estava pensando em fazer algo ruim... algo muito, muito ruim. Ela pensara que lidara com todo o tipo de idiota na sua vida, mas aquele cara... era um retardado completo. E estava dando-lhe nos nervos. Mel faria questão de arrastar a cara dele no asfalto quando tivesse a oportunidade. Apenas precisava sair dali viva. Comprar tempo... suor gélido escorreu por sua nuca enquanto seus olhos escuros caíam sobre o casal do outro lado. Não foi capaz de ver a cicatriz de Hanna, mas sabia que havia algo muito errado com Maxwell... ele não parecia o mesmo. Ainda mais depois de dizer aquela ultima frase. ☬

Merda... você vai ficar me devendo até o fim dos seus dias, Watson!

☬ Melissa limpou a garganta e começou a rir. Começou a gargalhar como uma louca, batendo uma das mãos no chão, enquanto outra estava apoiada um pouco mais atrás de seu corpo mantendo-a sentada. Rir com a dor que estava tinha sido um suplício, mas bem... ela era Melissa Carter. Era muito mais durona do que parecia, e Mel já parecia durona normalmente. ☬

- Você é idiota? Acabou de me dar um tiro, como espera que eu aguente com aqueles dois nessas condições? - ela parou de rir e encarou Nathan. Encarou com uma expressão que poderia facilmente entrar para os pesadelos dele. - Você é tão miserável que precisa de uma arma para lidar com uma garota... decepcionante. Quer atirar? Atire! Mas fique sabendo, Nathan Prescott... - ela nunca chamava-o diretamente pelo nome. Normalmente usava termos pejorativos... e foi exatamente por essa razão que o rapaz, por mais instável que estivesse, teria uma boa razão para temer. - Se você me matar aqui... se matar qualquer um de nós aqui... você vai estar muito fodido.
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Nathan Prescott
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MensagemAssunto: Re: VA-11 Hall-A Bar   Sex Set 08, 2017 10:53 pm

[ AUHEAEHUAIEHAUHEAHEAIEHA Foi um carinho no joelho da Mel, é só dar beijim que passa :v
Aliás, medo desse negócio de "o que é teu tá guardado", quando a Ame diz isso já é motivo pra correr *chorando*  elephant
Eu acho que nós temos algo em comum, eu amo ver todo mundo ferrando meu personagem -q Se não for pra ser ferrado eu nem faço -QQQQ
Fiquem calmos gente pelamor IASIHASOKA e apertem os cintos  geek  ]


A droga que ele pôs naquele casco de whisky definitivamente tinha algo único ou pelo menos excêntrico demais para fazer Maxwell chegar aquele ponto. Não era um simples "boa noite Cinderela". Nathan sabia, sabia bem o quanto aquilo podia mexer com a cabeça de sua vítima segundos antes de apagá-la completamente... e depois provocar pesadelos horríveis e alucinógenos até que tudo finalmente acabasse não muito melhor do que começou: quando acordassem, a imensa dor de cabeça, os músculos frágeis, globos oculares amarelados e eles veriam pontos pretos em sua visão por pelo menos dois ou três dias depois.
Ainda assim, ao ouvir aquilo saindo da boca do rapaz que ele julgara ser uma víbora perigosa por trás de uma carapaça de bom moço, Nathan não soube explicar porquê se sentiu tão tocado.
Pedir pela morte... era algo que ele mesmo fazia, todos os dias ao acordar e ao ir dormir. Juntamente a isso, ele também passou os olhos pela cicatriz de Hanna quando ela caiu.
Aqueles dois... simplesmente também tinham passado por tanta coisa. Aqueles dois talvez pudessem entender o que ele passava todos os dias. Nathan nunca diria, mas em seus pulsos, haviam cortes tão semelhantes aos de Hanna, embora em grande quantidade e definitivamente menos grosseiros.
Melissa tinha razão... o caçula dos Prescott não passava de um covarde. Um maldito e problemático covarde. Ele sequer tinha coragem para fazer de uma vez: tirar a própria vida. Por isso, aquelas inúmeras marcas em ambos seus pulsos eram tentativas frustradas de alguém que queria morrer, mas era medroso demais pra se dar ao prestígio.
Aqueles que conseguiam aceitar a morte...
Malditos sejam...
Malditos sejam todos eles!

- Eu não vou errar em acertar sua cabeça dessa vez se não fizer o que eu digo! EU estou NO CONTROLE, você entendeu? EU!-no entanto, ele vislumbrou a ameaça nítida de Melissa. Era incrível. Mesmo naquelas condições, ela ainda tinha toda aquela marra e aquela risada fez Nathan dar um passo para trás e engolir em seco.
Ele não queria estar ali... ele realmente não queria estar fazendo aquilo. Ele preferia que Melissa morresse atropelada aleatoriamente do quê morrer por suas mãos. Depois de todo o mal que aquela garota lhe fez, ele não tinha a coragem pra isso também. Melissa estava errada dessa vez: Nathan não queria atirar. No entanto, foi a vez dele de rir, meio nervosamente. Algo nas palavras dela havia feito com que o pânico dele desse lugar à raiva.- Eu... fodido? Se você tivesse bolas eu as queimaria agora, e você não poderia fazer MERDA nenhuma!

Ele aproximava-se lentamente dela, ainda com a arma em mãos e bem apertada; o gatilho estava sem a trava de segurança e ele poderia disparar a qualquer mínimo movimento da morena.

- Sabe o melhor? Você inventa de ir contar essa historinha pra polícia ou pra qualquer um... e você não vai ter credibilidade nenhuma. Eu controlo o que eu posso nessa cidade, mas você? Você não passa de uma marionete, Melzinha. Uma suja de rua qualquer. - modo como ele estava agindo quase não parecia o garoto desesperado e prestes a explodir. Era como se ele imitasse alguém, como se já tivesse visto aquele tipo de cena e estivesse repetindo-a; e ele tinha visto, embora de baixo, assim como Melissa estava agora. A sensação de finalmente estar por cima era... reveladora.- Você nunca vai entender... nunca. Eu preciso levá-los ao Dark Room. E você vai me ajudar com isso ou tudo vai ser muito, muito pior... pra todos nós!


Última edição por Nathan Prescott em Sex Set 08, 2017 10:57 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: VA-11 Hall-A Bar   Sex Set 08, 2017 10:53 pm

[Agora nós podemos rolar os dados e ver quem leva essa, QUE TAL AMEZINHA? <3
Quem tirar o maior número ganha iuuuuuuuuuu  
Dado d12 com lançamento 1 mesmo c: se quiser claro -q]
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Melissa Carter
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MensagemAssunto: Re: VA-11 Hall-A Bar   Sex Set 08, 2017 11:39 pm

(Minas meio machos que nem ela não aceitam beijinho no joelho não, poxa. kkkkk
Muahahahhahahahahahahah *Risada Maligna Criadora de Choro Alheio*
Eu não gosto desse tipo de viagem não, dá ultima vez que tivemos uma viagem a Nym saiu traumatizada q


Acho justíssimo <3
Ahn, a Hanna tá apagada, vou esperar pra ver se o Max vai fazer um último post antes de rola
Se bem que com a sorte que eu tenho capaz de tirar 1 kkkk)
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Nathan Prescott
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MensagemAssunto: Re: VA-11 Hall-A Bar   Sex Set 08, 2017 11:51 pm

[Olha que o Tate não teria tanta certeza disso da última vez que cuidou da pobre da Mel -q AHSUAHSA
Toda viagem que levam a Nym, ela ganha um trauma novo, já percebeu? :v TADINHA

E vamos esperar o Max então alien
Vocês podem descrever sonhos bizarros dos personagens ou whatever, mostrar um pouco mais das características/passados deles, fica a critério cyclops
Rapaz, nem se preocupa, eu que dei a ideia mas eu sei que contar com a sorte que eu tenho é a mesma coisa que contar com que chova no deserto kkkkkkkkkkkk ]
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MensagemAssunto: Re: VA-11 Hall-A Bar   Sex Set 08, 2017 11:59 pm

(Ele queria fazer outras coisas com a Mel e não sei se beijos estavam incluídos q
Nym é vítima, só os deuses na causa dela. Não, pera, eles fodem mais que ajudam. :v q

Yes \o/
Eita, nem tinha pensado nisso, é uma boa ideia, até. Mas vou guardar para a próxima rodada, se o dado me sacanear e eles forem mesmo pra Dark Room vou precisar desses sonhos q
Eita, então vai ser uma boa disputa. kkkkkkkkkkkk)
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MensagemAssunto: Re: VA-11 Hall-A Bar   Sab Set 09, 2017 12:38 am

( Se quiserem podem ir rodando os dados que eu so vou poder postar amanhã mais de tarde )
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MensagemAssunto: Re: VA-11 Hall-A Bar   Sab Set 09, 2017 1:45 am

[ Nunca se sabe o que esperar do Tate, nem do Nathan.... ou se sabe? :v HEHEHE
A Nym é uma guerreira porque aguenta tudo isso e mais um pouco UASHUAHSA

VOCÊ CONHECE A DARK ROOM, AME? <3
ALIÁS O DADO É D20 só agr vi que não tem D12 uahsaushauhs
Eu vou jogar o dado, você joga quando logar já que o Max só vai poder postar amanhã, vamos tirar a prova logo -q
me deseje sorte
ou não  What a Face ]
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MensagemAssunto: Re: VA-11 Hall-A Bar   Sab Set 09, 2017 1:49 am

ROLANDO ESTA CACETA
RUFEM OS TAMBORES
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MensagemAssunto: Re: VA-11 Hall-A Bar   Sab Set 09, 2017 1:49 am

O membro 'Nathan Prescott' realizou a seguinte ação: Lançar dados


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MensagemAssunto: Re: VA-11 Hall-A Bar   Sab Set 09, 2017 4:53 pm

Eu sei o que esperar, nada de bom. Kkkkkkk
Recentemente ela teve os olhos arrancados, quando não é tu e Isis ferrando com ela, sou eu. Huuahahahaha

Não faço a menor ideia do que seja, mas vindo de você e com esse nome? Provavelmente não vou gostar.
Eu não sei se seria bom ou ruim kkkk
Pois bem.... rolando...
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MensagemAssunto: Re: VA-11 Hall-A Bar   Sab Set 09, 2017 4:53 pm

O membro 'Melissa Carter' realizou a seguinte ação: Lançar dados


'D20' : 8
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MensagemAssunto: Re: VA-11 Hall-A Bar   Sab Set 09, 2017 6:41 pm

[Eu vi que ela perdeu os olhos, EU FIQUEI EM CHOQUE QUANDO LI
E aliás...

GANHEI \o/ OIAJSDAODJAOIDJA
Ok pessoal, agora vocês já podem começar a tremer na base  Twisted Evil
A Mel pode postar que eu faço o movimento de decisão com a vantagem em seguida -q]
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MensagemAssunto: Re: VA-11 Hall-A Bar   Dom Set 10, 2017 2:28 pm

(Essa pequena stalker, vou te falar... se quer brincar também é só dizer que eu deixo q
Bem, desculpem a demora, galerinha, ontem foi um dia cheio e a net não tava pegando no notebook quando tive um tempinho sobrando Sad
Sabia que eu ia perder kkkkk)


- Você é uma porra de um moleque mimado que não consegue provar seu ponto nem com uma arma em mãos. Seja lá quem foi que te ensinou a jogar dessa maneira, deve estar se revirando na cova. - Melissa encarou-o, um sorriso zombeteiro no canto de sua boca. Um desafio... era isso que ela estava fazendo. Estava irritando-o propositalmente, era claro, mas por qual razão poderia ser? Talvez só estivesse tentando ganhar tempo até que alguém de dentro do bar viesse... ou talvez quisesse acertá-lo de alguma forma e acabar com aquilo. Se tratando dela, era difícil prever... por mais pavio curto que fosse, as vezes Melissa Carter mostrava-se muito inteligente. Como no caso do mural simulando uma parede. Quem sabe não se poderia dizer que aquilo era experiência de vida.

☬ Melissa movimentou um pouco mais sua mão atrás das costas. Mantendo Nathan ocupado com seu rosto, xingando-o, seus movimentos eram sutis demais para alguém tão bruta. Ainda que ele apontasse a arma para ela, a garota não conseguia parar de rir. Porque aquele rapaz era ridículo. Ela sempre detestara aqueles dramas Hollywoodianos. Eles lhe davam vontade de dar um tiro na própria cabeça. ☬

- Ah... você pode controlar esse lixo de cidade inteira, mas você não controla S-TAN. E eu posso não prestar pra porra nenhuma, mas aposto que aquele louco daria tudo para por suas mãozinhas em você e foder com sua vida. Uma surra vai valer a pena, comparado ao que vai acontecer com você.

☬ Provavelmente, Melissa pegara no ponto fraco... afinal ela vira pessoalmente o pavor que caíra sobre Nathan quando Stan entrara na lanchonete. Fora tão intenso e genuíno que ele desistira de sufocá-la - bem a tempo de evitar um chute nas bolas - e recuara como um filhotinho assustado. ☬

- Se você pensa que vou ajudá-lo a abusar desses dois ou fazer sabe-se lá que coisa nojenta que tem em mente, está muito, muito enganado mesmo! - num súbito, seu braço moveu uma segunda vez, aproveitando-se do recuo que ele certamente daria ao raciocinar sobre o que Stan poderia fazer com ele. Muito embora ele talvez já pudesse ter previsto que uma certa chave inglesa voaria em sua direção, afinal estava atento aos movimentos dela. Era de se esperar que Melissa não abaixaria a cabeça naquela situação, principalmente quando o rapaz falava sobre levar aqueles dois a uma tal de Dark Room. Ela jamais compactuaria com tal ato...

☬ De maneira que só havia três opções ali: ou Melissa fatalmente tomaria um tiro, ou a chave acertaria Nathan em cheio levando-o a nocaute, ou ele conseguiria esquivar-se e usaria de outro recurso para apagá-la... de maneira que teria de levar três corpos para o carro. ☬


(Já que você não vai matar minha personagem (por favor!) e o erro dos dados impossibilita a segunda opção, considere que a terceira aconteceu, sim? kkkkk)
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MensagemAssunto: Re: VA-11 Hall-A Bar   Seg Set 11, 2017 5:49 pm

[Qualquer dia eu me meto nas suas empreitadas com o Lothur -q Eu peço antes, prometo UAHSUAHSUAH
Eu stalkeio muito AQUELE CASAL LINDO

Não se preocupe, hoje foi um dia super cheio pra mim também, desculpem o sumiço x.x
ALIÁS QUE SIGN FODA]


Provavelmente ela estava certa. Se havia alguém responsável por dizer a Nathan o que fazer e o que dizer em situações como aquelas, nesse momento ele já deveria estar completamente repugnado. O fato é que o garoto não tinha o menor jeito com aquele revólver, não tinha o menor jeito em barganhar o que quer que fosse e não tinha o menor jeito em impôr respeito a si mesmo. Tudo o que ele tinha era uma língua afiada recheada de sarcasmos e respostas humilhantes. Talvez fosse por isso que ele tivesse se tornado um valentão apenas dentro da Academia Blackwell, afinal, não se precisava de muito para isso naquele antro.
Quando Nathan ouviu falar sobre Stan, qualquer aproximação que ele estava executando para perto dela foi cortada como um disco engasgando de repente. Lembrar da imagem do chefe de polícia era o suficiente para provocar calafrios no rapaz... porque aquela era uma figura que nem mesmo o grande dinheiro e influência dos Prescott conseguiam lidar. Nem mesmo seu pai...
Ela tinha razão... Stan estava em sua cola como um cachorro farejador sedento para sugar até o último fiapo de carne de seus ossos.
Pensar nisso o fez olhar desconfiado para os lados, com a paranoia de que qualquer carro de polícia - ou pior, o próprio Stan pudesse aparecer ali de supetão, como sempre fazia.
Porém, a chave de fenda voando em sua direção o fez voltar sua atenção para Melissa. O objeto acertou seu pulso, fazendo-o derrubar a arma... mas parece que a greaser estava sem sorte, afinal, a pistola caíra ainda mais longe dela. Com um grunhido de dor - aquilo definitivamente ficaria roxo e precisaria de ataduras - Nathan esgotou o espaço entre ambos, e agarrou a morena pelo pescoço de forma que ela não poderia socá-lo ou chutá-lo, principalmente com o joelho daquele jeito.

- Eu não sei quanto aos outros dois, mas a mecânica sapatão de Windfall vai virar comida de cachorro antes que perceba. Sabe no que mais eu mando por aqui, Melissa?- ele retirou algo do bolso, e Melissa só poderia sentir uma fina picada em seu pescoço e uma ardência estranha se espalhando por sua nuca em seguida.- Você.

De repente, seria impossível falar. A língua da garota estava travada na boca, e sua visão havia se tornado um desfoque total recheado das alucinações mais bizarras que sua mente poderia lhe oferecer.
Nathan era o cara das drogas, afinal...
Aquilo não era um calmante ou sonífero, porque ela não desmaiaria. Pelo contrário. Aquilo definitivamente lhe daria um prazer imenso, indescritível... mas a transformaria num peso morto semi-acordado. Aparentemente, Melissa Carter havia tomado sua primeira dose de drogas pesadas. Ironia, afinal, na primeira "conversa" que ela e Nathan tiveram na lanchonete, Chloe dissera que a garota era completamente sóbria desse tipo de coisa; apenas o cigarro. Ele havia brincado sarcasticamente sobre quanto tempo mais ela aguentaria sem provar uma coisinha da traficante...
Pelo visto, aquele tempo chegara.

Os quatro adolescentes viajaram por longos minutos. Os bancos da pick up eram realmente confortáveis e espaçosos, mas alguma coisa podia ser confortável naquela situação? Hanna e Maxwell estavam completamente alheios, apenas Melissa era capaz de se fazer presente, mas era fora de cogitação que ela conseguisse reagir de qualquer forma ou mesmo distinguir algo da estrada e do caminho percorrido. No entanto, era certo que eles estavam fora da cidade, ou ao menos em algum lugar nos interiores desta, onde as luzes cor de neon dos anúncios noturnos não mais marcavam território. Era um local isolado, de fato. Quando o carro deixou o asfalto para subir sobre um gramado alto e parou, Nathan vendou Melissa com qualquer pano que estava por perto. Um a um, eles foram retirados do carro. Quando foi a vez da garota semi-consciente, Nathan apenas sussurrou um "é melhor você ficar quietinha, vadia" antes de segurá-la com força para tirá-la dali como se fosse uma boneca de pano.
O corpo da garota bateu em algo forrado, mas de nenhuma forma agradável. Parecia um plástico daqueles que se usam em lonas, com exceção de que este era excessivamente branco, ela podia ver pelas frestas da venda. Na verdade, tudo o que ela podia ver da sala era branco...
Se ela tivesse sorte, Nathan havia mesmo os levado para um hospital.
Nah, isso era pedir demais, certo?
Maxwell e Hanna não deveriam estar muito longe, mas eles não poderiam ouvir os passos que se aproximavam como Melissa conseguira.

- Você está sangrando por todo o meu carpete, Nathan.- disse uma voz masculina. Esta era irreconhecível. Apenas os sapatos pretos sociais e extremamente bem polidos seriam vistos por Mel.- E eu vejo aqui um número de artigos bem maior do que o esperado.  - a voz não era calma nem severa. Ela era neutra, mas definitivamente perturbadora.
- E-Eu sei...- engasgou a voz de Nathan.- Foi tudo culpa dessa garota. Estava indo bem, até ela aparecer querendo me tirar pra alguma briga idiota e... m-me desculpe. Eu sei que se tratava apenas de Hanna, mas esse cara estava com ela e... e-eu não sabia o que fazer.
- Ora... tudo bem.- havia um conforto extremamente estranho naquela voz. Como se não fosse real. Os sapatos elegantes aproximaram-se o bastante dos tênis do Prescott.- Você não sabia o que fazer, aí você me traz os três na esperança de que eu te dê uma luz, não é...? Bom, bom...
Apenas um grito agoniante ecoou pela sala. Era Nathan, e o sangue que pingou em seus jeans significava que aquele homem estava provavelmente puxando seus cabelos exatamente onde o ferimento aberto se encontrava.
- Você acha isso prudente? - a voz rosnou.
- P-Por favor...!- suplicou Nathan, de repente com muito medo.- E-Eu posso consertar isso! Eu só preciso pensar em como, mas eu vou...
- Não implore. Nunca implore. Você sabe como eu odeio isso.- aquele tom querendo se manter calmo só soava cada vez mais ameaçador.- Seja rápido. Hanna Blackwell não é a primeira e nem vai ser a última. A Academia resguarda muito mais artigos. E eu preciso de todos eles. É isso ou Shadow.

O homem soltou o garoto, limpando a própria mão de tal forma que deixou cair fiapos loiros embebidos em vermelho sobre o chão branco. Nathan bufou, retirando-se da sala branca por algum lugar.
Melissa tinha uma visão limitada do que estava acontecendo. Ela via dos pés até a cintura, mas era incapaz de ver o rosto daquele que usava um terno escuro. De qualquer forma, ela veria perfeitamente quando ele se aproximou de forma lenta, arregaçando as mangas para calçar luvas cirúrgicas em seguida.
- Presumo que você esteja acordada, não é? Ora, me desculpe a péssima recepção, mas é para o seu próprio bem que continue assim... eu prometo que tudo isso vai acabar logo. Vê isso?- uma seringa afiada nas mãos enluvadas dele, a qual fez questão de mostrá-la numa altura que sabia que ela seria capaz de ver.- É morfina. Aqui contém apenas o suficiente para, digamos... relaxar você completamente. Porém, o frasco da morfina é extremamente parecido com o do Fentanil... você sabe, cem microgramas dele são equivalentes a 10 miligramas de morfina.
Ele aproximou-se dela, rodeando-a e abaixando-se ao seu lado em seguida.
- Como eu disse, tudo vai acabar logo... quando aquele idiota chegar mais tarde e "acidentalmente" acabar dando uma overdose em você e no senhor Watson. Quanto à Hanna, bem... nós veremos.

Mais uma vez, a picada em seu pescoço, o ardor...
O processo se repetiu com os outros dois.
Tudo o que os três adolescentes viram a seguir não passavam de flashs. Maxwell sentiu suas mãos e pernas serem atadas, Hanna viu clarões cegarem-lhe os olhos e Melissa poderia prestar atenção a uma câmera filmadora ligada num tripé ao canto da sala.
Quando os três de fato acordassem, estariam apenas com as roupas debaixo, as íntimas. Hanna estava deitada no chão branco, com suas mãos e pés amarrados com fita.
Por sua vez, Melissa e Maxwell estavam em espécies de cadeiras de ferro logo ao lado da primeira garota, com pés e mãos presos nas algemas embutidas.
Eles estavam aparentemente sozinhos. Não havia mais ninguém ali.




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Melissa Carter
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MensagemAssunto: Re: VA-11 Hall-A Bar   Ter Set 12, 2017 11:55 pm

(Okay, okay, é só avisar. :3
Aquele casal divo que é quase um ícone. q

Tudo bem, precisei de dois dias pra postar, maior merda. Mas em compensação eu estou (rufem os tambores) SEMI-RUIVA AGORA. MUAHAHAHHHA
Obrigadaaaaaa <3 Eu tinha colocado assim que criei a conta, não sei porque não foi o.O

OIA, ela levou o Shadow em consideração <3 <3 <3)


- Filho da...

☬ A picada fez seus olhos revirarem. Ela sabia que ele tomaria esse tipo de atitude, tentaria apagá-la. Mas o filho de uma vadia tinha que drogá-la? Ahn, ela estava com cada vez mais vontade de arrancar as tripas daquele moleque com os punhos. Melissa era alguém cheia de problemas, mas ela tinha limites. Limites que diziam quem importunar, ou o que usar, ou o que não fazer. Se drogar estava no auge do que nunca deveria fazer, e aquele maldito tinha feito aquilo com ela. ☬

☬ Ele estava fodido.
Nathan Prescott estava MUITO FODIDO na mão dela.
Isso porque a chave de fenda havia sido apenas o plano B falhando. Uma última atitude desesperada, até, esperando que ele desmaiasse e que algum tipo de ajuda mais próxima viesse. Mas, se tudo falhasse, aina havia o Plano A. Ele havia sido colocado em prática assim que Mel movera seu braço a primeira vez. E certamente Nathan, em sua pressa em tirar aqueles corpos da rua antes que alguém o impedisse, não perceberia o celular caído no chão. O mesmo celular que, se alguém desbloqueia-se a tê-la, veria um aviso ditando que uma mensagem tinha sido enviada com sucesso... ☬

☬ Obviamente, ela estava incapaz de xingá-lo e ameaçá-lo de tudo que passava em sua mente por todo o caminho que a picape fizera. Era-lhe difícil distinguir o que era real e imaginário... sua cabeça não parava de girar, e coisas sangrentas tomavam seu campo de visão. Quando ela moveu metodicamente a cabeça para um dos lados, tentando ver se os outros dois acompanhantes estavam bem, viu um demônio no lugar de Maxwell e um anjo de asas cortadas e sem auréola em vez de Hanna. Depois dessa, Mel preferiu manter-se olhando para frente. E vendo Nathan explodindo e sendo estraçalhado várias e várias vezes em sua frente. Se no começo aquelas alucinações lhe causavam repulsa, agora ela aproveitava de certo prazer mórbido ao vê-las. ☬

☬ Ela foi vendada e movida para algum lugar. Conseguiu discernir a conversa entre o homem desconhecido e Nathan. Engoliu com a menção à Shadow. Puta merda, ela tinha uma droga de um azar terrível, mas... com o que tinha em mente se tudo desse certo, se algum deles conseguissem chegar a tempo... talvez conseguissem tirar algum proveito daquilo. Por trás da venda, era capaz de ver o homem se aproximar. Ela tentou mover-se, mas não conseguiu. Tentou gritar. Era patético gritar, sabia bem disso, mas não queria mais nada correndo em suas veias. Se não estivesse dopada teria arrancado os olhos daquele cara na marra, e foda-se o que aconteceria consigo a seguir. ☬

☬ Mas, mais uma vez entre poucas, Mel estava impotente. Um desespero cego foi fechando sua garganta quando a Morfina fez efeito e a garota "apagou". Mas ela conseguiu ver o bastante para saber que estava mais ferrada do que imaginava, inicialmente. Quando a droga perdeu o efeito e ela viu-se naquela cadeira, apenas de roupas íntimas, mordeu o lábio até sangrar e remexeu-se, tentando livrar-se das algemas. Sem a menor condição. ☬


- Desgraçados! - quanto tempo teria se passado? Minutos? Horas? Ela encarou o espaço vazio de presença de qualquer outra pessoa além dos três e reprimiu a vontade de gritar e amaldiçoar deus e o mundo. Não... ela não podia fazer aquilo. Aquele homem poderia voltar e causar uma overdose neles três a qualquer segundo... ou Nathan.

☬ Ele não faria tal coisa, faria? Difícil ter certeza... ele raptara Hanna, apesar de tudo. Hanna, que nunca fizera mal pra ninguém. Seus dentes trincaram de pura raiva, enquanto encarava a menina desmaiada e depois a câmera. E depois Maxwell. ☬

- Maxwell... - ela tentou falar. A lingua ainda estava estranha. Mas não precisava gritar, se contentaria com os sussurros. Seus olhos caíram em direção a Hanna. - Hanna... vamos, acorde.
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MensagemAssunto: Re: VA-11 Hall-A Bar   Qua Set 13, 2017 1:01 am

(Posto com a Hanna depois do MAx, ainda to pensando nas viagens que ela vai ter mentalmente q)
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Maxwell Watson
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MensagemAssunto: Re: VA-11 Hall-A Bar   Qua Set 13, 2017 3:47 pm

( Pode chegar sim, não tem problemas ^^
Aquele lindo casal que surgiu do nada e eu não sei como o meu ladrão conseguiu tamanha façanha )

Maxwell não precisava de drogas ou qualquer outro tipo de substância para desejar a morte, mesmo que o rapaz se recusasse a notar todo dia que acordava, olhava para o espelho e via a si mesmo perguntava-se o que ainda estava fazendo ali. Sua vida não tinha sido uma boa, em todos os quesitos ela era completamente horrível, exceto seus anos iniciais. Seu irmão gêmeo, seu único pilar que o mantinha são e bem, havia sido sequestrado, ele vira pessoalmente pessoas próximas se afastarem enquanto o chamavam de demônio, foi apedrejado nas ruas apenas por existir e estar dividindo aquele local com ''pessoas normais '', começou a ser perseguido por aqueles que considerava amigos e a única pessoa que o mantinha de pé, sua mãe, não aguentou tudo aquilo e tirou sua própria vida. Em resumo, a vida de Maxwell Watson era uma verdadeira merda.
Após ter apagado no bar, viu-se em um local escuro, um mesa com grilhões que prendiam seus pés e mãos, impedindo-o de mover-se. A única coisa livre ali eram os seus dedos e bem... estes obviamente não serviam de nada. As sombras possuíam olhos e sorrisos, todos tão vermelhos quanto o sangue que vazava da boca de Max, devido aos golpes que sofrera de seus carrascos. De cada sorriso, saía uma frase diferente, mas as mesmas poderiam ser resumidas a insultos dos mais variados tipos. Dentre as sombras, saiu um homem de aproximadamente 1,67 metros de altura, o pouco de cabelo que lhe sobrara em sua cabeça era branca, trajava uma batina de padre com o clássico colarinho branco. Embaixo de seu braço esquerdo uma bíblia era segurada, de aparência velha, sua capa já estava desgastada e mal dava para ler o que estava escrito em dita capa de couro, mas um único símbolo era reconhecido.
Uma cruz, que para Maxwell estava de ponta cabeça. O padre parou na sua frente, olhando-o de cima como se Max não fosse mais do que um animal, um ser indigno de sua atenção e compaixão. O nojo que era carregado nos olhos do homem era tamanho que parecia que ele olhava para algo repugnante. E de fato estava olhando para algo repugnante, afinal, ele olhava para Maxwell Watson.


- Você reconhece seus pecados, criança? - Perguntou o padre.

- Ilustre-os para mim, homem de Deus - Respondeu Maxwell, enquanto cuspia sangue para o lado e abria um sorriso vermelho para ele.

- Vós sois acusados do sacrifício de Nathanael Watson, de conspiração contra Deus e a Igreja, de quebrar a puridade de jovens garotas desta cidade. Em seu coração vós carregais os sete pecados capitais, gula, avareza, luxúria, ira, inveja, preguiça e soberba - Disse o representante de Deus, sua voz era carregada e trazia aquele sotaque sulista clássico - O que dizes tu, demônio em corpo de criança?

- Culpado - Disse Max lentamente, enquanto encarava os olhos cinzentos do padre - Desses e vários outros pecados. Então vamos, traga suas águas bentas, traga suas estacas, traga-me sua cruz! Veja como sua preciosa água nada faz com meu corpo, veja como sua estaca irá tirar de mim apenas sangue, tão vermelho quanto aquele que corre em suas veias. Veja sua cruz ser queimada por mim, enquanto eu a atravesso no seu coração!

O padre suspirou e fez um rápido sinal da cruz, enquanto deixava o local.

- Parce mihi Domine, quia conatus sum - Murmurou o padre, enquanto a escuridão o engolia novamente.

- Deus é incapaz de perdoar, padre - Disse Maxwell, recostando sua cabeça naquela mesa de madeira.

Com um grito estridente de uma criança, a madeira da mesa quebrou-se e os grilhões foram desfeitos em areia e logo Watson estava de pé novamente. As sombras o chamavam e ele foi até elas. Passos lentos, não havia um pingo de pressa no corpo de Maxwell, estava nu e suas mãos balançavam ao lado de seu corpo, conforme seus paços, os sorrisos aumentaram e os olhos brilharam ainda mais. Sangue começou a cair dos céus e assim que ele tocava o corpo de Maxwell, ali ele ficava. Em poucos segundos o rapaz estava completamente vermelho, mas ainda assim caminhou para dentro das sombras. Elas eram como névoa e por elas ele passou, seu olhar idêntico ao daquele de um defunto em um caixão. Os sorrisos não sumiam e os olhos acompanhavam cada passo dado por Max. Então, as sombras deram espaço para ele presenciar uma cena.
Ele viu a si mesmo preso naquela mesma mesa, porém desta vez as suas costas estavam viradas para cima. Ele já sabia o que iria vir a seguir e justamente por isso não desviou o olhar. Do seu lado, das sombras, seu pai passou carregando consigo uma faca. Um homem de cabelos grisalhos, em seus 45 anos de idade, com uma barba mal feita e olhos azuis que brilhavam com ódio. Ele parou na frente daquela imagem que era Maxwell.


- Primeiro, você tirou meu filho de mim. Depois minha mulher. Nunca mais, você vai tirar nada de ninguém - Disse o homem, dando mais alguns passos e atravessando a faca na pele do garoto que foi incapaz de segurar seus gritos de dor.

Ali, entre os gritos de dor e o sangue que escorria pelas costas do jovem Maxwell, que na época deveria ter seus 12 para 13 anos de idade, o rapaz apenas assistiu enquanto era marcado. O sangue cobria seu corpo, exceto a marca que fora feita em suas costas, ali dava para claramente ver a mensagem que seu pai deixara, a mando do padre. Mais uma vez, o grito de uma criança desfez a cena, a mesa rachou-se como vidro, a faca tornou-se mole, o pequeno Maxwell explodiu em chamas e seu pai foi desfeito em milhares de pedaços tão negros quanto as sombras que estavam atrás de si. Agora um único caminho era deixado claro para ele, um corredor onde as paredes eram os macabros sorrisos e os olhos de sangue. Maxwell andou. E andou. E andou. Encontrou uma criança caída no chão, seus cabelos eram negros e longos, seus olhos azuis e no chão estava sua mochila que levara para a escola. Com uma corda presa em seu pescoço, uma mulher balançava de um lado para o outro. Cabelos negros e longos, olhos azuis e um rosto que já fora belo um dia.

- Mamãe - Choramingou o pequeno Maxwell - Mamãe... é tudo culpa minha.

- Sim. É tudo nossa culpa - Disse Watson, enquanto seu olhar vazio pairava sobre o corpo de sua mãe.

A criança desapareceu em pleno ar e Maxwell ajoelhou-se, suas mãos juntaram-se na frente de seu rosto e os olhos do rapaz se fecharam enquanto ele começava uma prece. Perguntou-se por dentro se ainda sabia fazer aquilo, se adiantava ele, de todas as pessoas, fazer aquilo. Mas ainda assim, orou pela alma de sua mãe. Pediu a Deus para que ela fosse para o céu e ali vivesse pelo resto da eternidade, mesmo que o rapaz soubesse algo que ainda o fazia tremer durante a noite. Suicidas vão para o inferno. Uma suave mão feminina tocou seu rosto e Maxwell abriu seus olhos, era a sua mãe, já não estava presa naquela corda, esta por sua vez estava em sua mão. A corda enrijeceu-se e tornou-se uma lança.


- Vá em frente - Disse Maxwell. Sua mãe atravessou a lança em seu peito.

Os olhos de Maxwell abriram-se lentamente, o azul de seus olhos já não possuía mais o brilho malicioso de antes. Sua cabeça foi erguida lentamente, ainda sentia-se grogue com os efeitos da droga. Olhou para o teto e em seguida para o chão, então para um lado e logo em seguida para o outro. Viu Melissa e tudo o que fez foi olhá-la nos olhos por um segundo, então seu rosto desceu para a pobre Hanna, largada no chão. Agora que Maxwell estava apenas de cueca, era possível ver a marca que trazia em suas costas, feita a faca por seu próprio pai '' Servus Diabolis ''. Watson também tinha algo em sua coxa, uma tatuagem que nunca mostrara antes para Melissa. Era algo bem simples na verdade, não fora requerido nenhum tatuador habilidoso para fazer tal coisa. Uma cruz de ponta cabeça estava ali, em sua coxa direita.


- Prescott nos drogou - Foi tudo o que o Servo do Demônio conseguiu falar por um tempo, antes de voltar seu olhar para Melissa - Você está bem?
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