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 Quarto do Maxwell

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Melissa Carter
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MensagemAssunto: Re: Quarto do Maxwell   Ter Jun 12, 2018 11:33 pm

- Você faz bastante, querida. - Amenartas sorriu para ela, e então seus olhos pareceram brilhar quando Hanna falou em comida. - Opa... chegamos em um ponto muito importante, fale-me mais sobre isso.

☬ Quanto mais tempo passavam observando aquela garota, mais ela parecia com uma pessoa totalmente normal... a despeito de sua capacidade de hackear coisas improváveis e de sua posição em um grupo do governo especial contra fabricantes de bonecas humanas e outros que usavam seres humanos como mercadoria. ☬


- Hum... "tudo isso" é um pouco forte, eu acho que vem mais coisa ruim por ai. - ela suspirou, deixando um pouco mais de fumaça escapar por entre seus lábios. - Espera, você disse o que sobre o Diabo Número 2?

☬ Ela ergueu a cabeça para fitá-lo, um pouco surpresa, afinal de contas Max parecia odiar realmente o irmão gêmeo quando se conheceram. Na verdade, a própria Mel odiara-o um pouquinho também. Ela piscou os olhos, a tempo de ver o rapaz capturar a mecha dela que estava em frente ao seu rosto e tirá-la dali. Um arrepio percorreu Melissa ao olhar nos olhos dele. Por um curto segundo, sua mente fixou-se em Max como algo muito além do que ela acreditava que o rapaz significava para si. Melissa ergueu as mãos para puxar as beiradas da jaqueta dele, após aquela chamada. Aquilo quebrou aquela sensação que parecia devorá-la lentamente por dentro... masdeu lugar a algo bem similar. ☬

- Sente-se, Max.
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Maxwell Watson
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MensagemAssunto: Re: Quarto do Maxwell   Ter Jun 12, 2018 11:44 pm

- E é por isso que perguntei. Raramente as coisas acabam bem - Maxwell soltou a fumaça mais uma vez, tomando mais um gole de sua cerveja e oferecendo o resto para Melissa - Ah, nós nos resolvemos. Acabou que eu estava errado sobre ele.

Maxwell vivera em uma ilusão, acreditando que Nathaniel era uma pessoa horrível, que agia como um babaca só para irritar os próximos. Muito similar ao que Max viera fazendo desde que chegara na cidade. Acabou que ambos os irmãos escondiam quem realmente eram atrás de uma máscara irritante, feita para gerar o ódio e a repugnância de quem os olhava. Sem as máscaras, ambos eram pessoas comuns, com Nathaniel sendo uma pessoa calma e controlada, e Maxwell sendo um rapaz bom e até mesmo alguém divertido de se conversar. E então, ele olhou nos olhos de Melissa. Aquele gesto havia sido um convite, ele queria provar dela novamente, porém não esperava uma resposta da parte dela. Obedientemente, ele sentou-se, lembrando-se dos momentos em que ''fora um brinquedo''. Com um sorriso malicioso em seus lábios, ele tornou a repetir.

- Vem cá - A mesma frase usada naquela noite - Eu tô afim de beijar você.
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Dante Reed
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MensagemAssunto: Re: Quarto do Maxwell   Dom Jun 17, 2018 9:27 pm

- Com a falta de alunos, com os poucos investimentos e um dos professores faleceu recentemente - O rapaz ajeitou-se na cadeira, de maneira que pudesse olhar de uma forma melhor para Hanna. O falecimento desse professor ocorrera pelo menos duas semanas atrás, em um acidente de carro. Apesar de algumas pessoas afirmarem que não havia sido um acidente e que o dito professor estivera envolvido com alguns traficantes da cidade, nada fora provado até então - Não precisa se preocupar comigo, Hanna. Eu estou conseguindo manejar meu tempo muito bem.

Emoções eram difíceis de se explicar, pelo menos para Dante. Em sua ''vida passada'' ele fora uma pessoa que escondia tudo o que sentia e manipulava os pensamentos alheios. Apesar disso, mais para o final de sua gangue, Griffin passara a demonstrar um pouco mais de humanidade, por mais que não fosse muita. Já Dante era o oposto, era uma pessoa que sempre demonstrava o que estava sentindo, assim como respeitava os pensamentos dos outros. Mas ele não conseguia pôr em palavras o que se passava dentro dele. Quando olhava para Hanna, ele sentia algo quente dentro dele, principalmente na região de seu peito, tudo ali se aquecia de uma maneira estranha. Sua barriga esfriava as vezes, quando olhava para os olhos dela. Ele tinha que calcular cada palavra que saía de sua boca, caso contrário começaria a gaguejar. Era como se ele estivesse doente, e a doença que o devorava se chamava amor.

- Me parece ótimo!
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Hanna Blackwell
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MensagemAssunto: Re: Quarto do Maxwell   Ter Jun 19, 2018 11:00 am

- Hum, eu ouvi falar sobre isso... deve estar sendo difícil pra família. - ela murmurou um pouco amuada, não importava que fosse uma pessoa ligada ao tráfico, morrer num "acidente" como aquele não era muito justo em sua cabeça. Além do mais, havia a família do cidadão envolvida, e sempre tem alguém da família que sentiria falta, não importava o quão ruim uma pessoa fosse. - Oh, eu acredito em você. Se esforce!

Ela fez uma pose suave com a mão no peito, típica de uma brincadeira de super heróis. Seus olhos encontraram-se com os de Dante e ela sorriu com carinho. Seu coração aquecendo-se docilmente com algum sentimento desconhecido para ela. Hanna era o tipo de pessoa que amava muitas coisas e era amada por muitos, mas ela jamais experimentara uma sensação assim. Havia algo de belo e amável que ligava-a a Dante Reed, e ela gostaria de entender um pouco mais sobre aquilo. A palavra amor não passara por sua mente, não num termo romântico, mas era claro que ali havia uma semente, algo que se fosse devidamente cuidado, criaria raízes profundas e bonitas flores.

- Eu faço apenas o que eu posso.
- ela sorriu docemente para Ame em seguida, os olhos fechando-se por um curto instante. - Vai ser tão divertido, estou empolgada!

A expressão satisfeita de Hanna fazia-a brilhar ainda mais... aquela garota realmente poderia parecer com um anjo, certas vezes. Ela tomou outro pequeno gole de sua bebida e cruzou os calcanhares, os olhos caindo sobre a porção de batatinhas de Dante. Questionando a ele se podia pegar um pouco e após a resposta do mesmo colocando uma batatinha na boca, ela ficou pensativa por alguns instantes.

- Meu pai vem também... vai ser bom mostrar a ele que esse lugar pode ser tranquilo e divertido.
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MensagemAssunto: Re: Quarto do Maxwell   Ter Jun 19, 2018 12:10 pm

Enquanto o grupo de Ame, Dante e Hanna conversava, poderiam notar de relance alguém pousar uma caneca de cerveja na mesa em que estavam. Em seguida, sentando-se na cadeira que deveria ser de Maxwell, um rapaz acomodou-se. Ele tinha cabelos prateados, olhos de cores distintas - um vermelho e outro azul - e traços que Dante Reed conheceria muito bem.
Ele era tão similar a Nymeria que só havia uma explicação plausível: eram gêmeos.

O intruso, ao contrário da irmã, possuía um sorriso animado e despreocupado de alguém que está apenas de passagem. Ao passo que Nymeria raramente demonstrava alguma emoção, Edrik Lindberg mostrava-se uma pessoa tranquila e alegre. Ainda assim, havia algo na aura dele que ditava o perigo que seria envolver-se com aquela pessoa.

- Com licensa, eu gostaria de participar dessa festa também, se não for um incômodo.

Ele moveu levemente a cabeça para trás, onde estava o espaço para fumantes, e viu quando Melissa Cartersentou-se no colo de Maxwell Watson, suas bocas prestes a se encontrar.

- Até porque eu acho que os amigos de vocês não vão voltar tão cedo.
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Melissa Carter
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MensagemAssunto: Re: Quarto do Maxwell   Ter Jun 19, 2018 12:33 pm

- Seu pai realmente queria te tirar da Academia, pelo visto conseguiu convencê-lo do contrário. Fico feliz por você, ter que abandonar um sonho por um... "erro de percurso" seria terrível.

☬ Ame pôs-se a enrolar as mechas bicolores de seu cabelo entre o polegar e o indicador, mas com a chegada de Edrik, sua posição corporal mudou totalmente. Ela não modificou sua própria expressão despreocupada, mas era visível que, se o rapaz fizesse algo de errado, mirando qualquer um dos que estavam dentro do bar, ela reagiria. ☬

- Ora, ora, ora, o que temos por aqui... está perdido, Pequeno Príncipe?


☬ Alheia a situação que ocorria na mesa, a atenção de Melissa parecia totalmente voltada para Maxwell agora. Ela tragou mais um pouco de fumaça, soltando-a em seguida, parecendo um tanto quanto duvidosa. ☬

- Bem, se você diz... eu não o conheço, então não acho que eu tenha muita experiência para falar...

☬ Melissa Carter não sabia como as coisas acabaram chegando àquele ponto. Quando conhecera Max ela conseguia livrar-se dos flertes dele com maestria, aquilo quase acabou tornando-se uma piada, em que ele flertava com Mel e ela ameaçava-o de morte. Mas, após a noitada juntos, estava óbvio que algo mudara. Talvez pela intimidade do momento, Ou por algum tipo de química envolvida, ela não conseguia resistir a certos impulsos do próprio corpo. Principalmente quando estava com um pouco de bebida em sua mão. O que era absolutamente frustrante, afinal Melissa acreditava ser bem forte para bebida. ☬

☬ Era claro que, naquele dia em especial, estava bebendo desde mais cedo com Ame, então era possível que já houvesse alcóol o bastante em seu organismo para deixá-la levemente fora de si. Mas as palavras de Maxwell fizeram uma corrente elétrica descer por sua espinha. Ela não sabia direito se queria de fato beijá-lo, mas no momento seguinte viu-se de pé, deixando o cigarro no cinzeiro sobre a mesa e passando as pernas em volta das dele, seus joelhos envolvendo sua cintura. Naquela posição, Melissa ficava num nivel mais alto que ele. ☬

☬ Deus... ela queria mesmo beijá-lo, no final das contas. Havia algo no tom de Maxwell que começava a enredá-la, trazendo-a para ele como se fosse um tipo de imã. Suas mãos subiram para segurar o rosto dele, mantendo-o olhando para ela, mas sem permitir que ele se aproximasse demais. Ainda assim, seus lábios estavam quase se tocando naquele exato instante. ☬


- E quem disse que eu vou beijá-lo?
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Maxwell Watson
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MensagemAssunto: Re: Quarto do Maxwell   Ter Jun 19, 2018 2:08 pm

- Aquela vez que ele falou com você no celular, aquilo era só uma farsa. Para que eu não achasse que eu era o único filho da puta no planeta - Maxwell tragou do cigarro, soltando a fumaça para cima e apagando o mesmo no cinzeiro, deixando apenas a bituca para trás.

Havia virado um certo costume, entre aqueles dois. Pelo menos desde o dia em que ambos exageraram na bebida, Maxwell não conseguia ver Melissa sem sentir algo dentro de si queimar, era um desejo praticamente infindável. Provocá-la era só um meio de controlar dito fogo que o devorava por dentro, apenas uma maneira de garantir que não ia enlouquecer. Porém, seus flertes agora estavam sendo respondidos. E ele queria isso, por mais que não tivesse como saber disso naquele momento, uma vez que estava nublado pelo álcool: Mas um canto de sua mente o forçava a flertar com Melissa na esperança de que ela fosse corresponder o flerte. Uma noite não fora o bastante e jamais seria. Ele precisava de mais.

Ele passou seus braços pela cintura da garota, puxando-a um pouco mais para perto de si, seus lábios fazendo uma leve curva para cima, em um sorriso repleto de maldade. Estar tão perto, porém não poder fazer nada... Aquela provocação de Melissa o fazia querer jogar tudo pelos ares e apenas beijá-la, porém ele sabia que precisava ter um mínimo de controle naquele momento. Ele segurou as duas mãos dela e as colocou atrás de si, em para que ela passasse seus braços pelo pescoço dele.


- Da última vez que nos beijamos, você pareceu gostar. Vamos repetir a dose - Seus lábios tocaram os dela, como da última vez, porém desta vez a língua começou a envolver-se naquele beijo. Se ele algum momento tentara beijá-la de uma maneira mais calma, seu corpo claramente não recebera a mensagem. Ele queria provar mais daqueles beijos luxuriosos daquela noite, e tinha a sensação que Melissa queria também.
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Dante Reed
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MensagemAssunto: Re: Quarto do Maxwell   Ter Jun 19, 2018 3:11 pm

- Eu não conhecia ele muito bem, então não sei muito. Mas devem estar arrasados - Dante era uma pessoa boa, mesmo que o professor estivesse supostamente envolvido com o tráfico, ele ainda achava que a morte era demais para uma pessoa, todos mereciam uma segunda chance. Ele mesmo tivera uma segunda chance, então a maioria também merecia uma.

Hanna era uma garota pura e boa, uma pessoa que naturalmente atraía os outros por onde quer que passasse. Dante também era assim, mas parecia que aquela atração bondosa que ele exercia era mais fraca que a de Hanna, pois ele sentia-se sendo puxado na direção dela. Ele não podia dizer que era amor, não a conhecia a tempo o suficiente para isso, talvez fosse só uma pequena paixão. Mas ali certamente existia o potencial para evoluir para algo maior que isso, algo duradouro.


- Vai ser bom isso - Dante sorriu e falou que a porção de batatas eram para todos ali, não só para ele. No final das contas, o prato era bem grande. O rapaz loiro voltou seus olhos para Edrik, que sentara-se ao seu lado, e sorriu - Você é irmão da Nymeria?

Dante tinha uma mente afiada, ele era capaz de somar dois com dois. Ele sabia que Edrik deveria ser o gêmeo de Nymeria, apesar da mesma nunca ter citado ele para o loiro, porém era de bom tom perguntar. Ainda havia a pequena chance de que os dois fossem apenas parecidos e que aquilo era nada mais do que uma coincidência. Assim que Edrik falou dos outros dois, Dante murmurou alguma coisa e voltou seu olhar para a área de fumantes e viu a cena que se passava.

- JesusMariaeJosé - Murmurou Dante, levando suas mãos para tampar os olhos de Hanna que também virara-se para olhar a cena - E eu disse para ele se controlar...
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Hanna Blackwell
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MensagemAssunto: Re: Quarto do Maxwell   Ter Jun 19, 2018 5:07 pm

- Que descanse em paz. - Hanna ficou um minuto em silêncio, com as palmas das mãos coladas, num gesto óbvio de prece. Após esse tempo, ela retornou ao assunto em que estavam falando anteriormente, preferindo não manter-se por muito tempo em uma conversa deprimida.

Ela não sabia o porquê de seus olhos sempre retornarem para Dante. Era como se ela fosse um girassol e ele o próprio astro rei, chamando-a para virar-se em sua direção. Não havia como entender qual era a razão de tal sentimento... seria respeito, por ambos serem tão parecidos? Ou talvez algo a mais? Ela gostaria muito de descobrir. Mas, por hora, apenas permaneceria ali e se divertiria com aqueles dois.

- Sim, espero que dê tudo certo!
- ela sorriu, parando de falar para mastigar um pouco da batata frita, engolindo a seguir e encarando momentaneamente a mesa. - O pai... estava realmente preocupado dessa vez. Eu entendo isso, mas não posso me dar ao luxo de me sentir segura apenas ao lado dele. Eu tenho que aprender a viver no mundo aqui fora, principalmente se pretendo me tornar uma boa artista.

Hanna foi interrompida pela chegada do homem msiterioso. A aparência dele lembrava-lhe alguém, muito embora não conseguisse fazer essa ligação. Hanna outrara se orgulhava de conhecer a maior parte das pessoas da academia, mas desde que se afastara entraram muitas outras. Ela ainda não tivera a oportunidade de conhecer com elas, já que estava lutando para recuperar o tempo perdido.

- Irmão de... Nymeria?
- ela não sabia nem sequer quem era Nymeria, mas aquela pessoa na sua frente era realmente muito bonita. Ela havia estendido sua mão para comprimentá-lo, quando percebeu que ele falara sobre Max e Melissa. Ela voltou sua atenção para o espaço de fumantes bem no momentoq que Dante tampou seus olhos, e obviamente não entendeu nada. - Hum... o que? O que houve, o que eles estão fazendo?
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Nymeria Lindberg
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MensagemAssunto: Re: Quarto do Maxwell   Ter Jun 19, 2018 5:40 pm

- Ora, você invadiu meu canal de comunicação, eu estou apenas retribuindo o favor.

Ele piscou levemente para Amenartas, voltando sua cabeça para Dante e Hanna. Apertando a mão da garota com certa delicadeza característica, os olhos bicolores focaram-se em Dante e ele abriu-lhe um sorriso misterioso que deu-lhe ainda mais a certeza: aquela pessoa, certamente, era irmão de Nymeria. Havia algo neles dois tão similar, e não era apenas o padrão das cores e os traços. Havia algo na personalidade, também.

- Sim... sou o irmão gêmeo dela. Edric Lindberg, é um prazer conhecê-los. - ele deu uma risada sutil ao perceber a reação tanto de Hanna quanto de Dante. Ame deu tanta atenção àquela cena escandalosa quanto daria a um mosquito voando ao seu redor. - Bem... aparentemente eles estão um tanto quanto empolgados.
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Melissa Carter
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MensagemAssunto: Re: Quarto do Maxwell   Ter Jun 19, 2018 6:29 pm

☬ Amenartas assentiu com a cabeça, com um suave sorriso de satisfação ao ouvir as palavras de Hanna. Uma vítima de trauma como ela decidir agir daquele jeito era raro, mas era a prova viva de que aquela garotinha amigável era muito mais forte do que parecia. Ela também via os olhares que Dante e Hanna trocavam, aqueles dois claramente estavam apaixonados um pelo outro, só não tinham percebido ainda. Seus olhos tambpem passearam até onde Melissa e Max estavam, entretidos com um joguinho próprio, aparentemente. Ela estava sentindo-se meio como uma vela. Isso até a chegada de Edrik. ☬

- Sério? Você é tãooooo rancoroso. ♪ Mas me pergunto o que realmente está fazendo aqui... talvez você seja adepto do método beber para esquecer? ♪ - ela cutucou-o vagamente com a unha do dedo indicador, mirando sua bochecha. Sua atenção voltou-se para sua jovem informante que se agarrava com o amigo, e ela ergueu uma sobrancelha. - Oh, a juventude de hoje é tão desinibida. ♪



- Seu irmão definitivamente é uma pessoa bastante estranha. - Melissa argumentou, massageando suavemente as próprias têmporas, enquanto tomava mais um gole da cerveja. - Mas não podemos dizer que ele seja uma pessoa ruim, se fez isso tudo por você, não é?

☬ Ela sabia que ninguém faria o mesmo por ela. Ninguém de sua família, pelo menos. Se ela tivesse morrido naquele sequestro alguns meses atrás, eles chorariam pela filha adotiva, alegando que ela era um caso perdido e que encontrara o que tanto buscara. Melissa Carter não sabia o que era ter um pai, mãe ou irmão que a compreende-se, talvez fosse por isso que num primeiro momento duvidara das palavras de Max. Mas agora, vendo a expressão dele, percebeu que o rapaz acreditava nisso. E Maxwell não acreditaria facilmente em uma mentira. ☬

☬ Fogo... era essa a reação que Maxwell fazia permear suas veias já fazia um tempo. Melissa era normalmente pura chama, mas essa chama mudava completamente quando estava perto dela. A ira virava luxúria, o calor transformava-se em necessidade. Ela queria manter aquele jogo por mais tempo, mas teve seus braços jogados para trás do pescoço dele, e era tarde demais. A língua de Maxwell já havia entrado em sua boca, e Melissa sugou-a por um segundo, antes de enterrar-se naquele beijo repleto de volúpia. ☬

- Eu acho... que ainda gosto dos seus lábios. - ela murmurou em meio ao beijo, seu quadril movendo-se um pouco, enquanto ela subia com suas mãos para segurar as mechas de cabelo dele. O calor já havia invadido ambos, cada um deles podia senti-lo. Penando contra a vontade que fazia seu quadril mover-se, algo que certamente não seria bem visto ali, Melissa conseguiu por fim parar um princípio de rebolado que evidentemente deiaria Maxwell bastante... animado. Entretanto, ela não foi capaz de parar seus lábios, que mais uma vez o devoraram, tocando cada parte de sua boca. - Seu gosto... continua bom.

☬ Aquele gosto de Maxwell ficara gravado em sua memória. Não eram os cigarros ou qualquer outra coisa que ele tivesse bebido... Melissa conseguia captar seu gosto, próprio e diferente de todos os demais. Ele não deixara sua boca desde a noite que passaram juntos... prová-lo novamente era maravilhoso. ☬
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Maxwell Watson
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MensagemAssunto: Re: Quarto do Maxwell   Ter Jun 19, 2018 6:42 pm

- Não, ele não é ruim - Concordou Maxwell, tomando o último gole de sua cerveja e sorrindo de canto.

Como ele adorava a presença dela ao seu lado. Era algo que o acalmava, o deixava mais pleno e mais controlado. Isto é, até eles decidirem perder o controle completamente. Melissa começava a consumir seus pensamentos, a dominar cada um deles e eliminar todos os outros, principalmente aqueles que desejavam que ele se controlasse. Porém ele apenas não conseguia. Não quanto tinha a oportunidade de beijá-la, de tê-la ali consigo em um momento mais íntimo, mais caloroso.


- Eu sei que ainda gosto da sua - Maxwell provocou, sentindo conforme Melissa segurava-se para não rebolar em cima dele. Ah sim, aquilo definitivamente havia animado-o, deixado-o ainda mais excitado com aquilo tudo. Suas duas mãos estavam nas costas da garota, mas desceram, desceram e desceram até alcançar os glúteos dela e apertar os mesmos. Claro, ele ainda possuía um pouco de pudor, por mais incrível que isso soasse. Ele resistiu a tentação que era dar um tapa na bunda dela, esforçando-se bastante para isso, mas para compensar ele deixou aquele beijo ainda mais voluptuoso - Pode provar mais, se quiser.

Ele parou aquele beijo por um momento, para deixar seus lábios deslizarem pelo rosto dela, descendo e passando pelo pescoço, antes de subirem e voltarem para a boca dela. Reiniciou aquele beijo por um tempo, até separar novamente e sussurrar no ouvido dela - Me morde.
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Dante Reed
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MensagemAssunto: Re: Quarto do Maxwell   Sex Jun 22, 2018 4:30 pm

- Sim - Dante juntou-se a Hanna em uma curta prece, apesar de não ser uma das pessoas mais religiosas que existiam, ele ainda via a necessidade em rezar.

Dante ainda possuía dúvidas do que sentia, e ele não gostava de ter dúvidas que envolviam pessoas próximas dele. Queria ter um tempo para conversar com Hanna em particular, mas chamá-la para ir lá fora ou até mesmo para um canto mais isolado pegaria mal. Decidiu que na volta para a academia ele falaria com ela sobre isso, e se não conseguisse, ao menos iria pedir para ela sair com ele, para que pudessem falar sobre isso. Subitamente, ele notou que aquilo iria ser um encontro, se viesse a acontecer, e sentiu-se esquentar um pouco por dentro. Rapidamente tomou um gole de sua cerveja, tentando acalmar as emoções.


- Vai dar certo sim - O rapaz disse, pegando uma batatinha da porção e comendo-a logo em seguida - Não se preocupe Hanna, você está segura aqui, com a gente.

''Comigo'' ele quase adicionou, porém não sentiu-se confortável o suficiente para falar isso, ainda mais com aquela bagunça de emoções que ele estava guardando dentro de si. Olhando para Hanna, ele pôde notar o quão impressionada ela estava com a beleza de Edrik... Ah, ótimo, mais uma emoção para adicionar para aquela bagunça. Por algum motivo, ele sentiu ciúmes e sentiu-se como um idiota logo em seguida.

- Ah, você é? Eu sou Dante Reed, um dos amigos dela - A mão de Dante foi estendida para frente, para que ele pudesse cumprimentar Edrik, mas essa ação não foi concluída, pois ele escolheu tampar os olhos da Hanna. Era mais por brincadeira do que qualquer coisa, portanto ele tirou as mãos da frente dos olhos dela - Bom, se quer tanto ver.
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MensagemAssunto: Re: Quarto do Maxwell   Ter Jun 26, 2018 12:53 pm

- Sim, eu tenho fé nisso. - um pouco mais tranquila, ela sorriu para Dante e Ame, justamente nesse momento notando certa vermelhidão no rosto do rapaz. A garota esticou-se um pouco para tocar a testa dele com a própria palma, ficando nessa posição por alguns instantes, antes de se endireitar. - Oh, eu pensei que você estaria com febre, porque está um pouco vermelho... mas sua temperatura parece normal.

Não era uma grande novidade que Hanna era um pouco lentinha pra perceber certas coisas. Se issose tornaria uma vantagem ou desvantagem para Dante, era dificil prever. As palavras seguintes dele fizeram-na abrir um sorriso doce e verdadeiro, fechando os olhos.

- Muito obrigada, de verdade! Saber que tenho vocês me deixa muito mais aliviada. E feliz, também.

Quando Hanna olhara para Edrik, ela vira uma pessoa bonita. Era a mesma definição que tivera com Maxwell, ou com o próprio Dante. Todos eles eram bonitos, por dentro e por fora, de maneiras diferentes. Mas a beleza de Edrik era tão exótica que ela ficara momentaneamente sem palavras. Ela provavelmente reagiria do mesmo jeito se visse Nymeria, cuja aparência parecia saída de uma história de fantasia, também. Entretanto, com tudo isso, Hanna não parecia genuinamente atraída. Ela apenas tratou Edrik como tratava todo mundo com quem falava pela primeira vez.

- Hum, eu ainda não conheci a sua irmã, mas passei um tempo afastada de Blackwell, então faz sentido, eu acho. Ah... eu sou Hanna. Hanna Blackwell! É um prazer conhecê-lo!
- ela sorriu-lhe e soltou sua mão em seguida, finalmente tendo sua vista tampada por Dante. Assim que ele desceu as mãos, porém, e Hanna viu a pegação entre Mel e Max, seu rosto ficou absolutamente vermelho e instintivamente ela puxou as mãos de Dante para tampar seus olhos. - Oh...eu não sabia que eles estavam... er... juntos?
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MensagemAssunto: Re: Quarto do Maxwell   Ter Jun 26, 2018 1:58 pm

- Ah, não se preocupe, minha irmã não é do tipo sociável... na verdade, eu sugeriria manter uma distância segura dela, mas vejo que esse rapaz ao nosso lado já travou contato. - ele riu, voltando-se para Dante. Podia notar certo ciúme nos olhos dele, o que fez com que seus próprios olhos se estreitassem. Mas Edrik não argumentou nada com relação àquilo. - Então você é o famoso Dante. Eu estava me perguntando como alguém consegueria o feito de tornar-se amigo de Nym tão facilmente, mas olhando de perto para você, não tenho mais dúvidas.

Houve um cruzar de pernas, e no minuto seguinte Edrik tirou totalmente sua atenção sobre o casal que se pegava ali perto para focar-se apenas naqueles que estavam à mesa junto com ele.

- Eu suponho que ela preferiria não envolvê-lo nessa situação. Minha irmã tem um apresso visível por você, é claro, também não queria que soubesse que, bem... ela tem esse tipo de trabalho.

Ele parecia estar escolhendo as palavras, justamente para não causar desconforto em Hanna, que parecia ser a única pessoa realmente inocente e desinformada dali. É claro que não seria muito inteligente dizer "Ei, eu sou da máfia russa" naquela situação, muito embora a garota pudesse juntar as informações que haviam sido lançadas naquela mesa para chegar a um consenso comum sobre a identidade real tanto de Edrik, quanto de Nymeria.
Mas, bem... ela parecia ser um pouquinho lenta. Não burra, mas certamente otimista o bastante para não perceber certas coisas bem óbvias.


- Eu suponho... que entrar nesse assunto seria problemático para nós dois. Já que ambos estamos, em teoria, nos lados opostos da moeda. Dito isso, talvez deva ser necessário frisar que, se pensar em fazer algo contra a minha irmã ou qualquer um dos meus, vou caçar você e todos os seus agentes, senhorita.

Ele disse aquilo em um tom bem mais baixo, que poderia passar despercebido para todos menos para Amenartas. É claro, talvez o próprio Dante percebesse a ameaça por trás daquelas palavras, mas Hanna ainda estava muito envergonhada com a cena que acabara de ver para dar atenção àquele diálogo em específico.
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Melissa Carter
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MensagemAssunto: Re: Quarto do Maxwell   Ter Jun 26, 2018 2:19 pm

☬ Ame estava com sua atenção dividida em vários pontos. Tanto na conversa de Hanna com Dante, tanto em Melissa e Maxwell se pegando ali perto, tanto em Edrik. Não era que a garota fosse intrometida ou gostasse de escutar os flertes alheios... ela apenas parecia, de alguma forma, estar cuidando de todos aqueles que estavam presentes por conta dela. Ou seja, se acontecesse qualquer situação imprevista, Amenartas não deixaria que nenhum daqueles jovens fosse ferido. Era realmente por isso que pressionara um pouco Edrik, tentando tirar dele qualquer tipo de emoção que sugerisse algum ataque ou coisa parecida. ☬

- Que fofo um jovem tão preocupado com sua família e subordinados. Mas você é novo demais para lidar comigo, Edrik Lindberg. Tenha isso em mente... se ousar ir contra mim, vou mostra-lhe toda a minha experiência. - ela levantou o dedo indicador e bateu-o na própria têmpora. - Não sou a chefe de uma organização governamental à toa, sabia?

☬ O clima entre os dois pareceria bastante tempo para quem olhasse de fora, eles estavam prestes a trocarem farpas. Então ambos começaram a rir absolutamente do nada e bateram suas canecas de cerveja uma contra a outra, lançando um coro de "Definitivamente, gostei de você" para o ar. ☬



☬ Se ela ainda estivesse a mesa, Melissa certamente estaria tão tensa quanto os outros dois. Provavelmente, preparada para brigar, afinal de contas aquela troca de ameaças entre uma chefe de organização governamental e um príncipe da máfia russa não poderia acabar bem. Mas ela estava com Max, e a partir desse instante todo o resto desapareceu da sua cabeça. Sentir a pele dele contra a sua era o bastante para fazê-la transpirar. Ela sabia que deveria se controlar, deveria mostrar-se comportada, mesmo que odia-se isso... porque esse tipo de sentimento, esse tipo de ação não era algo que se fazia em público. E ela não era assim...
Mas ela, simplesmente não conseguia se livrar daquela atração por ele, que ficava mais forte a cada dia que passava, mesmo que tende-se a debitar isso na conta da bebida que acabara de tomar.☬


- Tão... quente. - ela sempre entrava em ebulição quando Maxwell a beijava, mesmo que fosse por muto pouco tempo, mesmo que fosse um beijo mais cálido. Melissa estava perigosamente próxima de um limite que marcara, o limite que era não se apaixonar por ninguém. E definitivamente não se apaixonar por Maxwell Watson.

☬ Ela fechou os olhos, sentindo a boca dele contornar sua pele e suspirando muito baixo, tão baixo que só ele poderia ouvir, já que o canto para fumantes estava vazio, por incrível que parecesse. Ja outras pessoas meio bêbadas em outras mesas que notaram aquela cena assobiaram e disseram piadinhas, que passaram despercebidas pelos dois. As palavras de Max eram mais importantes, e elas acabavam de ser sussurradas em seu ouvido, fazendo-a se arrepuar de prazer. Sua boca moveu-se para baixo, para o pescoço branco e macio dele, e fechou-se ali. Forte o bastante para marcar, mas não para machucar... a pressão certa, como Max deveria ter se acostumado, depois da noite que passaram juntos. ☬

- Céus... isso é loucura... - ela murmurou contra a pele dele. Era verdade... era uma loucura gigante o que estavam fazendo ali, e uma parte do seu cérebro lembrava-a disso. Entretanto, Melissa segurou o rosto dele para trazer sua boca para perto dela novamente, reiniciando o beijo, tão ansiosa quanto antes.
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Maxwell Watson
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MensagemAssunto: Re: Quarto do Maxwell   Ter Jun 26, 2018 8:11 pm

Maxwell nem sabia que o clima dentro do bar havia ficado um pouco mais pesado, ele estava apenas focado em beijar Melissa. Nenhum dos relacionamentos passados de Maxwell haviam acabado bem, brigas constantes, desentendimentos e uma notável falta de interesse do rapaz tendiam a levar tudo por água a baixo. Porém, apesar de discutir com Melissa de vez em quando, o rapaz possuía uma clara atração por ela, assim como um enorme interesse nela. Não tinha como explicar muito bem o que se passava dentro dele, apenas sentia uma sensação queimante, que o corroía por dentro e o fazia desejá-la mais a cada segundo. Não fora assim antes, quando apenas conversavam e agiam como amigos. Após prová-la, tudo isso mudou. Não conseguia imaginar passar muito tempo perto dela sem tê-la em seus braços, sem beijá-la, e quando isso não acontecia, havia um claro efeito no rapaz, que fortemente aguentava a vontade que o consumia por dentro.

- Tira a roupa então - O rapaz aprofundou mais aquele beijo, segurando a garota pela cintura dela.

Ele sabia que ela não iria tirar a roupa, pelo menos não em público, apenas decidiu que iria provocá-la mais um pouco. Não foi capaz de ouvir o que o resto das pessoas no bar falavam, seu foco no momento era apenas Melissa. Havia esse desejo dentro dele, que exigia que ele tocasse cada parte do corpo dela, que a devorasse por completo. Não havia como não desejar aquela garota, com ou sem bebida. Maxwell notara isso nos dias que se passaram, ficar perto dela apenas causava uma erupção de desejos, todos indo para os ares, descontrolados. Ele desejava tanto que não sabia se era possível fazer tudo isso nos poucos momentos que partilhavam. Não era apenas sobre sexo, ou sobre pegação, queria ficar mais tempo ao lado dela, queria compartilhar mais momentos. Ele suspirou baixo com a mordida, seu corpo estremecendo levemente com a sensação. Ele adorava cada segundo daquilo.

- Loucura? - Os lábios dele receberam os da garota com ansiedade, a língua recomeçando aquela dança - Não é loucura. Olha nos meus olhos e me diga que não quer isso.
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Dante Reed
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MensagemAssunto: Re: Quarto do Maxwell   Sex Jun 29, 2018 3:32 pm

- Não sou muito forte para bebidas, acho que é por causa disso - Dante riu sem graça, coçando sua nuca no processo. Ah, mas ele era forte para o álcool, muito mais que Max ou Melissa. Era necessário que ele bebesse muito para ficar bêbado de fato, mais do que o normal.

Ele sorriu gentilmente para Hanna como resposta. Apaixonado ou não, aquelas palavras eram genuínas. Ela estava segura ali, pelo menos enquanto Dante estivesse por perto. Ele já perdera demais, já abandonara demais, não queria voltar a repetir os erros da pessoa que um dia ele já fora. Se antes Griffin abria mão de tudo, Dante jamais deixaria aquilo que amava para trás. Lutaria por isso tudo com unhas e dentes se fosse necessário.

- Eu entendo as motivações dela - Dante sorriu de forma gentil para Edrik. Ele não se importava com a decisão de Nymeria, muito menos se sentia traído por ela não ter compartilhado aquela informação com ele, sabia que era algo que não podia ser levianamente citado, e também não desejava se envolver em tudo aquilo - Mas ela sabe, não sabe? - Aquela pergunta foi feita em um tom de voz mais baixo, para que apenas Edrik escutasse. Os olhos de Dante diziam tudo. Ele tinha a sensação de que Nymeria sabia sobre o seu passado, sobre quem Griffin fora e o que haviam feito com ele. Ele não via Nymeria fazia um bom tempo e tinha medo de que ela estivesse se afastando justamente por saber de quem ele era filho.

Em seguida, após a resposta de Edrik, ele virou-se para Hanna com um pequeno sorriso em seu rosto, considerando o que deveria falar. Se falasse demais, acabaria expondo coisas que eram melhores esquecidas, mas se falasse pouco sabia que apenas acabaria por confundi-la ainda mais.

- Bom, eu não diria juntos, pelo o que eu sei eles estão nesse vai e vem - Dante coçou a nuca, pensando se aquilo era o suficiente, antes de virar-se para Ame e Edrik novamente - Então, vamos mudar de assunto? - Ele bateu uma mão contra a outra, tentando amainar aquele ar pesado que havia na mesa - Estamos aqui para comemorar, não é mesmo?
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Hanna Blackwell
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MensagemAssunto: Re: Quarto do Maxwell   Sex Jun 29, 2018 8:49 pm

- Ah, verdade? Bom, você não parece ser alguém que bebe muito mesmo, Dante. - ela sorriu levemente, retirando sua mão e recolocando-a sobre o tampo da mesa. Com a mão livre, ela tomou um pequeno gole de sua própria bebida. Era notável que Hanna era bastante comedida, muito embora estivesse entre amigos. Não era nada relacionado à situação que fizera-a ser sequestrada, a garota apenas sabia que beber devagar diminuiria a possibilidade dela ficar bêbada. - Eu tenho o mesmo problema, daqui a alguns minutos, se não me comportar, vou começar a rir por absolutamente nada.

Era tão bom sentir-se segura, é claro que Hanna precisava ser idependente, mas isso não significava que não poderia contar com seus amigos... contar com Dante... suas bochechas ficaram suavemente coradas por nenhuma razão aparente, e ela deixou uma pequena risada escapar.

- Oh, se Dante é amigo dela, é porque Nym deve ser uma boa pessoa. Você veio aqui para estudar na academia também?

Hanna estava totalmente constrangida com o que vira, e perdeu completamente aquela tensão que acabara sendo colocada sobre a mesa, mesmo após ela ter voltado seus olhos para os outros ocupantes da mesa, tentando não observar o casal no canto de fumantes, porque bem... ela imaginava que estava sendo indiscreta ao encará-los (muito embora os indiscretos ali só podiam ser Max e Mel).

- Eu não fazia ideia, mas... eles até que ficam bonitinhos juntos... e bem... ahn... vamos comer mais batatinhas, eu pago essa rodada!

Ela decidiu não ficar muito naquele mesmo assunto, não queria se intrometer, embora achasse de verdade que Melissa e Max foram feitos um para o outro. Quiçá apenas eles não tivessem se dado conta daquilo. A garota levantou-se da mesa e foi até o balcão pedir mais um prato com os petiscos, enquanto a conversa na mesa continuava.
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Nymeria Lindberg
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MensagemAssunto: Re: Quarto do Maxwell   Sex Jun 29, 2018 9:58 pm

- Não, eu só estou de passagem. Depois que Nym se mudou para estudar aqui não nos vimos mais, então decidi... fazer uma visita. - Hanna certamente não perceberia, mas aquela frase estava cheia de meias verdades. E estava carregada com um sentimento de tristeza também... não se sabia se relacionado a Nymeria ou alguma outra coisa. Talvez à ambos. Com o questionamento de Dante, Edrik tomou um grande gole de sua caneca e pendeu a cabeça para um dos lados, seus olhos desiguais brilhando suavemente com algum sentimento não discernível. - Suponho... que você deva perguntar isso diretamente para ela.

Ele não sabia se Nymeria Lindberg conhecia alguma coisa sobre aquele garoto. O próprio Edrik recebera algumas informações desencontradas sobre Dante, afinal era natural que ele se preocupasse com quem andava a irmã, independente do guarda-costas/namorado dela estar por perto ou não. Mesmo assim, não tinha como ter certeza de que tipo de informação fora passada para Nym. O rapaz aproveitou a saida de Hanna para continuar a falar, com a voz baixa, depois da tensão com Amenartas ter desaparecido quase que por completo.

- Apenas um aviso... Akira Kurotsuno está vivo. E ele não voltou para o Japão... tomem cuidado com ele, aparentemente não estava aqui apenas como reforço para Shadow.

Era claro que apenas Ame tinha ciência daquele detalhe, Dante não deveria saber de quem se tratava, Mas pelo tom de voz que Edrik usara, certamente queria dizer que aquela pessoa era um problema.
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Melissa Carter
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MensagemAssunto: Re: Quarto do Maxwell   Sex Jun 29, 2018 10:36 pm

☬ Depois de virar um copo inteiro de cerveja e enchê-lo novamente, o sorriso leve e alto de Ame desapareceu por um curto período de tempo. Ela havia dito animadamente e no seu habitual sotaque cantado para que Hanna trouxesse bastante batata, mas agora não tinha sombra daquele sorriso ou sotaque. ☬

- Um dos Princípes da Yakusa? O que ele poderia querer aqui? A máfia de Shadow foi destruída por completo, e se houvesse qualquer outro motivo relevante era mais possível dele ter vindo antes. É muita coincidência...

☬ Ame não acreditava em coincidências, uma pessoa da área de inteligência como ela era, não era capaz de lidar com o acaso. Sempre havia uma razão por trás de tudo... sempre havia alguém puxando as cordinhas por trás dos panos. ☬



☬ Aquela provocação dele... céus, havia certamente algo de errado com ela. Não era para ela ser assim tão suscetível com Maxwell. Ela aguentara tantos e tantos flertes, mas ao deixar-se ser tocada e beijada de uma forma mais intima... tudo aquilo mudara. Melissa Carter estava totalmente fora de controle de suas emoções, e ela sabia que nunca se sentira daquela forma antes. ☬

- Max... eu não posso.... - era visível como a respiração dela estava descompassada, aquelas palavras eram quase como um lamento. Lugar público demais, cheio demais... além disso, aquilo era considerado atentado ao pudor. Era uma sorte que seu cérebro estivesse tomando conta de pelo menos dez por cento dela, porque se dependesse do seu corpo, todas as camadas de vestes que ela colocara mais cedo estariam no chão agora. Deuses... ela já estava molhada só com os beijos de Maxwell Watson.

☬ Não era apenas desejo... não era apenas pelo sexo. Melissa andava descobrindo sentimentos estranhos quando Max estava por perto, emoções que não existiam antes. Ela via-se sentindo a sua falta mais do que deveria, pensando nele mais do julgava normal e procurando-o em todos os ambientes da academia que entrava. A boca dela desprendeu-se lentamente do pescoço do rapaz e subiu mais, em direção ao seu quixo, onde pousou outra mordida, mais leve. ☬


- É uma loucura... é uma... maldita e deliciosa loucura... - ela continuou aquele beijo por alguns minutos, até que o ar falta-se e fosse necessário desgrudar seus lábios dos dele. - Acho que não quero... estar sã.
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Maxwell Watson
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MensagemAssunto: Re: Quarto do Maxwell   Sex Jun 29, 2018 11:07 pm

- Você realmente considerou isso? Que pervertida você - Ele sabia bem que Melissa não era uma pervertida, não por completo, todo mundo possuí um certo grau de perversão dentro de si. Mas ele adorava provocá-la daquele jeito, a frase fora dita com tanta malícia que chegava a ser algo palpável. Porém, dava para notar que ele gostava de dita perversão.

Ele levantou-se, com Mel certamente ficando de pé logo em seguida e, beijando-a, levou a garota até uma parede grudando-a contra a mesma. Sem escapatória para Melissa Carter naquele momento, por mais que ele duvidasse que a garota fosse querer parar aquilo tão cedo assim. Estavam em um local onde era extremamente difícil para alguém vê-los, principalmente de dentro do bar, um ponto cego onde seus amigos não poderiam vê-los pegando-se. Talvez isso tivesse sido uma parte consciente de Max, que sabia bem que os amigos estariam olhando, ou foi por pura coincidência. Uma das mãos de Max subia e descia, brincando com o corpo de Mel, entrando por debaixo da camiseta, tocando a pele e subindo suavemente, provocando sensações de choque por onde passava.


- Não... Não precisa estar sã - Ele continuava a beijá-la, sempre sedento, sempre entregue. Caso Mel chegasse a ficar ainda mais colada em Max, algo que era aparentemente impossível, ela poderia sentir algo na calça dele, algo certamente duro. Ou talvez a mão dela acabasse por passar por ali ''sem querer''. O fato era que Max estava gostando tanto daquilo quanto ela própria - Melissa...
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MensagemAssunto: Re: Quarto do Maxwell   Sex Jun 29, 2018 11:29 pm

- É, não gosto de beber muito mesmo - Pelo menos aquilo era uma verdade, ele não gostava de beber, apesar de fazer isso socialmente de vez em quando. Não gostava muito da maioria das bebidas alcoólicas, apesar de tolerar a cerveja, e também não gostava muito de beber demais, geralmente tomando um ou dois copos apenas. Geralmente acabava cuidando de quem ficava bêbado - É, eu faço algo parecido também.

Na verdade, Dante não tinha como saber direito sobre aquilo, já que a última vez que bebera tanto ele acabara por não se lembrar de nada do que fizera. Mas isso fora como Griffin, agora que era Dante Reed ele jamais bebera até passar dos limites. E também não era algo que queria experimentar, tinha medo de acabar falando algo comprometedor enquanto sua mente estava nublada pelo álcool.


- É, eu vou fazer isso sim - Ele respondeu para Edrik.

Sabia bem que tinha que perguntar aquilo diretamente para ela, mas como olhar para a sua amiga depois de descobrir quem era? Depois de descobrir quem ela era? Ele duvidava que Nymeria fosse julgá-lo por quem ele fora ou pelo o que ele fizera, tinha plena consciência de que ela era capaz de separar o passado do presente. Mas e a vergonha que ele sentia? Ele mal conseguia olhar nos olhos de seus amigos que sabiam de seu passado, imagine para ela, que descobrira isso sem ter sido ele a falar sobre isso. Claro, Hanna também descobrira através de outra pessoa, mas a situação fora diferente, ele estava no quarto dela quando recuperara suas memórias, e mesmo assim Hanna estivera disposta a ajudá-lo assim que Dante acordou.


- Ele oferece algum perigo para os cidadãos ou alunos? - A pergunta foi feita com um tom de voz sério, algo que não era tão comum de se ouvir vindo de Dante. Na verdade, por um momento ele parecera ser outra pessoa, como se tivesse revertido a Griffin Walker. Porém isso não durou mais de um segundo e a expressão dele amenizou-se.
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MensagemAssunto: Re: Quarto do Maxwell   Sex Jun 29, 2018 11:50 pm

- Isso é bom, beber demais faz mal pra saúde... e se bebermos muito podemos dizer muita besteira, e nem vamos lembrar do que fizemos no dia seguinte. - ela realmente não esperava chegar a esse ponto, quando começava a ficar alegre demais, logo parava. - Uau, você deve ficar tão fofo rindo assim.

Hanna nem se deu conta de que acabara de fazer um elogio, parecia que a cabeça dela estava um pouquinho mais leve por conta da bebida. Sua cabeça virou na direção de Edrik e ela sorriu mansamente.

- Eu entendo... é difícil ficarmos longe de alguém que gostamos muito. eu vim da Inglaterra, e meu pai não pode vir junto por conta de trabalho... nós mantemos contato, mas às vezes fico com bastante saudade dele.

Ela nem citou a mãe que morrera anos antes, isso porque era algo que não condizia com aquela mesa e aquela comemoração. Ainda que hoje Hanna visse a morte da mãe como um alívio para a mesma, já que ela sofrera muito por causa da doença, e soubesse que de alguma forma a mulher estaria sempre dentro dela, ainda era um assunto deveras triste. Ela demorou um pouco para retornar para a mesa com as batatas, não se dando conta do diálogo sobre Akira ou da mudança de lugar que Mel e Max fizeram.
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MensagemAssunto: Re: Quarto do Maxwell   Sab Jun 30, 2018 12:08 am

A porta daquele local abriu-se de súbito e de forma violenta, atraindo a atenção de todos no local. Na porta, havia uma garota de cabelos vermelhos vivos, presos em um rabo de cavalo. Apesar do frio, ela usava apenas uma regata preta, que deixava a mostra seus braços tatuados, com flores e afins. Em sua nuca havia um crucifixo de ponta cabeça e duas pequenas asas também tatuadas. Os olhos dela demonstravam uma fúria que ninguém ali jamais tinha visto, mesmo no rosto de Melissa Carter.

Apesar de ser magra, ela possuía músculos. Poderiam não ser grandes como os de fisiculturistas, mas eram certamente definidos, aquele era o corpo de alguém que se exercitava bastante. Em um dos braços, uma cicatriz cortava por cima de uma das tatuagens, algo que parecia estar ali faz muito tempo. Os olhos negros dela passaram por todo o bar, parecendo analisá-lo como um todo, até pararem em Edrik Lindberg, que certamente olhava para ela naquele momento. Com passos firmes, praticamente marchando, ela foi até ele e pousou sua mão no ombro dele, apesar de parecer um gesto amigável, ela pressionava o lugar com força. Haviam veias destacadas em sua cabeça, aquela moça parecia que ia explodir de raiva.


- Edrik идиот* Lindberg - Ela continuava a segurar o ombro dele, um sorriso irritado em seu rosto - Lembra quando a gente disse que era perigoso sair hoje? Que poderiam vir atrás de você? Pois é, você tá fazendo justamente o contrário do que a gente falou.

Ela passou seu olhar por Amenartas e depois para Dante, a presença de Hanna foi ignorada já que a mesma não estava na mesa, e Mel e Max estavam ocupados demais para ouvir o que estava acontecendo ali. Ela suspirou, soltou Edrik e abaixou levemente sua cabeça para os dois que estavam sentados, em um cumprimento. Ela sabia ser bem educada, na verdade, fora ensinada a tratar todos com respeito. Mas conhecia Edrik fazia um bom tempo, desde que se juntara ao Inverno Soviético, ela via a ele como um amigo. Apesar de querer que ele fosse mais do que isso.

- Prazer em conhecê-los, Natasha Korolenko, amiga desse exibido aqui - O tom de voz dela foi muito mais formal do que anteriormente, e ela voltou os olhos para Edrik, passando-os pelo copo na frente dele antes. Suspirou novamente e dessa vez falou de uma maneira mais calma - Olha, Edrik, se despede aí e vamos. Sabe que o Ivan fica preocupado com você e com a sua irmã, e depois do que aconteceu... É melhor esfriar a cabeça em outro lugar. Vamos, eu te levo pro teu apartamento.

* Idiota em russo.
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